terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Milestone 2

Ano passado tive que tomar várias decisões quanto ao celular. Primeiro nos mudamos do Rio Grande do Norte para Santa Catarina. A opção mais tranquila, mantive o aparelho e comprei um chip novo.
Na minha primeira ida a Lages tomei uma tremenda chuva e meu motorola foi-se.
Queria um aparelho razoável (câmera e mp3) achei por um preço bom o cookie da LG.
O cookie era um quase smartphone e resolvi pegar um plano de dados para aproveitar essas funcionalidades. Além disso, acesso a internet em SC era um terror. Mudei para um plano pós pago e aproveitei o desconto para pegar um aparelho novo para a esposa. Na hora escolhemos o melhor aparelho disponível, um LG com windows mobile.
Resultado que se no início tivéssemos optado pelo plano pós pago e aparelhos novos, dava para ter pego coisa melhor. Moral: dá para ter feito a melhor escolha a cada momento e no total sair com um resultado sub ótimo.

Nesse fim de ano veio a super tia para o resgate e finalmente temos celulares bacanas com o plano de uso adequado.

Desde que eu tinha visto o milestone fiquei me coçando por ele. Excedendo todos os desejos ganhei um milestone 2 da tia. Só por ser um aparelho melhor o acesso a internet melhorou muito. Além disso, as funções do android são excelentes.
A tela é muito boa e depois de se acostumar com o swype, quase não usado o teclado físico. Entretanto é bom ter a opção. Para email de trabalho com palavras e termos pouco comuns o teclado físico é uma mão na roda.
Única coisa a reclamar é da bateria. Quando estou empolgado usando tudo ao mesmo tempo, tenho que recarregar mais de uma vez por dia.

Achei o aparelho um monstro de bom e ainda estou me divertindo descobrindo o que dá para fazer.

Ontem descobri esse aplicativo do blogger e deu vontade de escrever alguma coisa. Então aqui vai um post totalmente escrito e enviado usando o novo celular.
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segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Eles

O problema de verdade, são Eles. A partir do momento que você passa a pensar nEles, a coisa vai mal. Por que Eles, são diferentes de você, Eles são piores, mais burros, mais sujos, mal nascidos.

Quando passa a existir Nós e Eles, ai a casa caiu.

Foi isso que eu percebi da onda de ódio surgida durante e no final das últimas eleições. Essa onda de ódio só é possível quando você separa em Nós e Eles, Eles não sabem o que faz, Eles deveriam voltar pra senzala e parar de atrapalhar, deixando alguém que se preocupa com o bem estar de todos decidir o que é melhor.

O nível de preconceito e ódio mostrado só é possível quando você acredita que o outro não tem os mesmos direitos, os mesmos sentimentos, os mesmos recursos emocionais e perceptivos.

Só isso pra justificar alguém achar que rodeio de gordas é uma boa idéia. Só isso para fazer alguém pedir desculpas dizendo não ter "nada contra aquela gente".

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Alzheimer

Acho esses infográficos meio bizarros, mas em geral ajudam a visualização. Trabalho novo, muita informação pra entrar na cabeça.

terça-feira, 5 de outubro de 2010

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Salvo por uma bunda.

Não bem salvo... nem bem uma bunda.

Estava a caminho do TRE pela ciclovia entre Camboriu e Balneário Camboriu. A ciclovia é de duas mãos e ocupa uma das laterais da pista. Estou eu seguindo quando percebo uma van vindo a toda por uma via lateral. Como estou no sentido contrário ao dos carros me preparo para frear, já que o motorista deve estar olhando somente para o outro lado.

Magicamente ele para pegando um pedacinho da faixa de pedestre e até faz sinal para eu seguir. Sigo o olhar dos ocupantes do veículo até um pouco atrás de mim e vejo o alvo deles.

Deixo aqui os meus agradecimentos a senhorita na calçada entre Camboriu e Balneário que simplesmente por caminhar se afastando do local me salvou de alguns ogros motorizados.

Um texto mais apropriado sobre pedal e assédio pode ser lido no blog das Pedalinas.

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Tudo tem que mudar, pra continuar a mesma coisa...

Mês passado participei de um evento no IQ USP sobre concursos, currículos, essas coisas. Foi interessante, pois os outros membros da mesa eram bem mais experientes no lado banca do que no lado candidato. Foi bem interessante, muitos questionamentos sobre o formato de concursos, essas coisas, outra hora escrevo sobre essas coisas por aqui.

Essa semana um depoimento meu apareceu na Folha de São Paulo, sobre os problemas enfrentados por aqueles que fizeram uma graduação pouco tradicional na hora de prestar concursos.

Voltando ao mês passado, quando estava em São Paulo para o evento, fui contatado sobre um concurso que prestei em 2008. Surgiu mais uma vaga e curiosamente, depois de rodar o pais atrás de emprego, fui chamado para o primeiro concurso que prestei em São Paulo mesmo.

Se tivesse como saber o futuro podia ter ficado em Sampa mesmo só queimando as economias esperando ser chamado.

Mas a experiência de rodar o Brasil foi muito boa. É interessante ver que SP é uma bolha, uma ilha dentro do país. Uma ilha de contradições, progresso e conservadorismo, dinheiro, pobreza e exploração, tolerância, mas ao mesmo tempo homofobias e xenofobias.

Em parte é bom estar voltando, mas não garanto que seja pra sempre, tem muita coisa importante a ser coordenada até fincar raízes de vez. Por enquanto, tô mais pra um vasinho que pode ir de um lado pro outro, procurando onde tem mais água e sol.