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sábado, 21 de novembro de 2009

Vende-se

Depois do ficar impressionado pelo Progresso nas estradas do RN, outro ônibus me impressionou pela coragem.

Esse incrível exemplo do ponto que chegou a comercialização da fé, não basta mais vender terrenos no céu, agora vão direto ao JC.



Além de tudo esse é esperto, está tentando retirar os atravessadores (padres, pastores) e vender ele diretamente, deve rolar um descontinho bacana e ele lucra mais.

Então não esqueçam, se alguém quiser comprar Jesus, esse cara tá vendendo, é só ligar.

domingo, 8 de novembro de 2009

Conhecer o Nordeste

Com um pouco de tempo disponível decidimos passear. Destino: Recife.

Pegamos o carro e lá fomos nós. São pouco menos do que 300km pela BR-101. Levamos quase 5 horas pra ir. Boa parte dela é pista simples e em estado precário. A quantidade de remendos e a pista deformada faz o carro chacoalhar muito, parece viagem de lancha.

A quantidade de caminhões também desanima, cada caminhão pelo caminho estica a viagem. Os buracos atrapalham um tanto a tentar ultrapassagens, mas tem gente que vai assim mesmo. O mais impressionante é que se o cara resolve ultrapassar e te vê vindo em rota de colisão, ele não diminui e retorna, ao invés disso ele dá luz alta e buzina. Some isso a falta de acostamentos por causa das obras e dá pra ter idéia do estresse.

A boa notícia é que o trecho está sendo duplicado e em alguns pedaços dá pra experimentar como vai ficar. Quando ficar pronta, viajar de Natal para Recife será muito mais tranquilo. E devo dizer que o Progresso voa nas estradas do Nordeste, olha uma foto dele ai.



Quando esse ônibus entrou na minha frente eu xinguei por antecipação, afinal achei que ia ficar empacado por horas. Mas devo dizer que foi até difícil acompanhar o Progresso.

A única vez que eu cheguei mais perto foi porque tinha um carro (É carro) atrapalhando o Progresso. Por sinal, Celta deve ser uma merda de carro, toda vez que tinha carro embaçando era Celta.



No final, só consegui ultrapassar o Progresso quando parou para pegar passageiros, mas ele deve ter mudado de caminho depois disso, pois não o vi mais o resto da viagem.

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

A Mulinha.

 
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Olha só Dan, tem uma mula no estacionamento do prédio.

Não fala assim dos vizinhos.


NÃO! É verdade, tem uma mulinha ali.

Sério? Caramba... e ainda estacionaram a mula em cima da calçada.


Mas pensando bem, ela podia só ter ido fazer uma boquinha no jardim.

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Portuga em Puim

Normalmente quem vai visitar os amigos em uma cidade costeira, só quer saber de peixe e frutos do mar.

Entretanto, quem mora no lugar dificilmente vai manter uma dieta a base de camarão frito e moqueca de peixe. Procurar outras opções é uma diversão e necessidade. Já achamos uma pizza ótima, um hamburguer razoável, sorvete, algumas opções de massas e recentemente trombamos com um restaurante português escondido.

Não é bem escondido. Ele fica na Rota do Sol para quem está voltando do litoral sul (veja o mapa abaixo).

O que chamou a atenção é que comida portuguesa não tem muito a ver com a comida tradicional potiguar. Além disso, não é um tipo de comida normalmente associado com praia. Por causa dessas "esquisitices" resolvemos experimentar e num sábado seguimos para lá.

 


A comida é boa e farta, o preço é justo. Comemos bolinho de bacalhau e um prato (Bacalhau Gomes Sá) que facilmente daria para 3 pessoas (pra gente rendeu ainda a janta).

 
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Acredito que a localização é essa, mas posso estar enganado e não achei indicações do lugar na web:


Visualizar Natal sem areia em um mapa maior

domingo, 12 de julho de 2009

Pé de cachimbo

Hoje é domingo, ou foi, já que a parte útil do dia já terminou, agora é hora de parar com o útil e começar as obrigações e estudar um pouco.

Dando um tempo extra de vida para o domingo resolvi blogar alguma coisa. Até que teve eventos o suficientes para justificar um post. Me preparando para a chegada de uns familiares aqui fui testar uma das possíveis atrações de Natal, o Parque das Dunas. Tem até site, mas as informações são sofríveis, não acharia o lugar sem o google e dicas dos amigos.

Fomos até a entrada do Parque das Dunas, o Bosque dos Namorados. Uma área verde muito simpática, R$1 para entrar. Bem organizado, muitas árvores identificadas, parquinhos e áreas para cooper.

Muita criança, achei divertido que tem mais parquinhos que áreas para exercícios.

Caminhamos um tanto e nos informamos sobre as trilhas dentro do parque, são 3 (pequena, média e grande). A pequena parece adequada para fazer com crianças, mas não dá pra ver o mar. Quem sabe largamos o Biel com meu pai e vamos nas trilhas maiores em algum momento.

Estava perto da hora do almoço e experimentamos o restaurante do Bosque dos Namorados. Foi horrível, música ruim estragando o ambiente, demorou assustadoramente e a comida além de ruim veio fria. É uma pena ver tanto potencial desperdiçado, o restaurante tem tudo para se tornar uma referência nos finais de semana, mas tem que melhorar muito.

Voltamos pra casa e eu juro que tentei estudar, mas foi em vão. Algum desgraçado (ou vários) estavam com o som em volume insano aqui por perto. Algum axé que parecia ter 5 notas e um verso repetido incessantemente por 20 ou 30 min que pareceram uma eternidade, deve ter mudado de música no meio da tortura, mas não dava pra perceber.

Aproveitamos no fim da tarde para fugir disso e ir ao cineclube Natal assistir um dos meus filmes favoritos, "O jovem Frankenstein" do Mel Brooks.

 


Depois da sessão tem sempre uma conversa com o pessoal do cineclube, tem um que sempre leva umas informações extras sobre os filmes. Por exemplo, eu não sabia, mas o Mel Brooks conseguiu parte dos cenários e adereços do "Frankenstein" original.

Quando a conversa começou a tentar encontrar motivações, sinais e explicações para cada piada decidimos que era hora de sair. Ia ter um sorteio do "Fuga de Alcatraz", mas deixamos isso pra lá e voltamos pra casa. Felizmente o axé já se foi e agora é hora de começar a estudar com o som das crianças na piscina do condomínio ao fundo.

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sábado, 11 de julho de 2009

A Batata

Um prato que ficou meio emblemático pra mim já faz um tempo é A batata. Emblemático pois é meu ultimate confort food, quase como marcar território. Não dá pra fazer isso quando está de passagem, precisa de tempo, um pouco de preparação é disposição.

Demorou pra conseguir fazer A batata aqui em Natal. A saga do fogão foi a maior responsável pela demora. Ontem uma batata estragada empesteou a cozinha. Para evitar novos estragos resolvi cozinhar as sobreviventes.

Também foi um dia interessante, pois descobrimos o Mercado de peixe. Um centro comercial no canto do mangue região tradicional de venda de peixes, camarões e outros produtos marítimos.

 


Cozinhei a batata com sal e alecrim e foi pra forma com azeite. Levou mais tempo no forno que eu me lembrava, mas ficou muito bom.

Compramos uns camarões no Mercado de Peixe. Até que grandes, limpei tudo e fiz um caldo de camarão com as cascas e cabeças, quem sabe vira risoto algum dia. O "filé" preparei na frigideira com alho e óleo.

 


Sobrou um tanto do "filé" que talvez acompanhe um curry de abóbora no futuro próximo.

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sexta-feira, 10 de julho de 2009

Mais Fauna

Quando saíamos tranquilamente do trabalho na UFRN olha o que quase nos atropelou.



Tirei uma foto dele inteiro também. Ficamos impressionados com a cor dele, tão verde que parece invenção.

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segunda-feira, 6 de julho de 2009

Granola

Quando viemos para Natal sabíamos que alguns produtos ou marcas não estariam disponíveis. Logo que arrumamos o apartamento uma das primeiras coisas que comecei a testar foram as marcas locais de granola.

Uma coisa que peguei gosto de comer de manhã é granola com iogurte, é prático, rápido, gostoso e sem culpa.

Infelizmente não gostei das granolas comerciais que encontrei nos supermercados por aqui. Depois de um tempo tentando uma ou outra a Renata apareceu com uma receita da Nigella Lawson. Para quem não conhece a Nigella é a rainha da gordureira, no programa dela teve até prestígio empanado e frito. Apesar de granola não combinar muito com a imagem que eu tenho dela, tenho que admitir que todas receitas da Nigella tentadas até hoje pela Renata funcionaram perfeitamente.

Uma coisa boa de granola é que a receita é mais um guia de quantidade, dá pra adaptar com os grãos, sementes e ingredientes à mão.

Achei a receita com quantidades em gramas ao invés de xícaras no site Quiche de Macaxeira. Cortei o tamanho para um terço, mais adequado ao meu teste. A receita ficou:

Ingredientes:
50 g de aveia em flocos
50 g de quinua em flocos
25 g de germe de trigo
25 g de farelo de trigo
40 g de sementes de girassol descascadas e salgadas
40 g de sementes de gergelim branco -> É MUITO!!!
70 g de purê de maçã
1 colher (chá) de canela em pó
1 colher (chá) de gengibre fresco ralado -> É POUCO!!!
40 g de mel de caju -> a receita original falava em Karo, eu quis inovar.
2 colheres (sopa) de mel -> achei mel de jandaíra aqui e usei ele. É mais fraco que o mel de Apis, preciso colocar mais.
35 g de açúcar mascavo -> o mel de caju e o mel que usei são menos doces, preciso colocar mais.
100 g de amêndoas e castanha do pará -> É MUITO!!! - coloquei no olhômetro e foi em excesso.
1 colher (sopa) de óleo de girassol
10 g de ovomaltine -> É POUCO!!!


Comecei cozinhando e fazendo purê das maçãs:

Esse passa verdura foi uma das melhores aquisições para a cozinha que eu já vi. Ótimo pra fazer pures, papinhas, molhos.

Depois fui pesando e misturando a parte seca da granola, grãos e sementes.


Como não dava pra mexer na vasilha que usei pra pesar, passei pra forma e misturei bem. Medi então a parte líquida e gosmenta (açucar, caldas, óleo) e coloquei na forma. Misturando tudo bem pra não formar grumos.



A forma não é ideal para misturar, da próxima vez uso uma vasilha maior. depois de tudo bem misturado vai pro fogo baixo (180C) por 20min, tira, mexe pra não colar no fundo e mais 20 minutos de forno.

Depois de assado deixar esfriar e guardar em potes hermeticamente fechados.



Ficou bom, mas não campeão. Já pensei em alterações (algumas comentadas na receita lá em cima).De qualquer forma, modéstia a parte ficou bem melhor que as granolas disponíveis no supermercado.

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sábado, 4 de julho de 2009

Missão Cumprida

Ensaiei escrever várias coisas essa semana que passou, mas tem coisa que ainda não encontrei o tom certo para relatar. Tentei falar do ódio que tenho sentido aqui em Natal. Tentei escrever sobre algumas coisas idiotas que aconteceram, mas nenhuma delas saiu das primeiras palavras.

Então, falando de coisas mais amenas, tive um bom sábado.

Natal tem sido uma comédia de erros, é difícil planejar as coisas e mais difícil ainda que elas aconteçam do jeito planejado. Isso piora exponencialmente quando dependemos de outras pessoas, veja o caso do fogão que ainda não se resolveu.

Mas essa semana que passou instalaram os armários da cozinha. Quando alugamos o apartamento eu pensei em comprar uns armários baratoscos para a cozinha, aquela mentalidade do "não é a minha casa pra valer então qualquer coisa serve".

Depois de muito conversarmos (eu e a Re) chegamos a conclusão que se vamos ficar sempre pensando assim, nunca vamos ter a casa que queremos. Compramos então uma solução mais próxima de uma cozinha como nós gostaríamos. Uma coisa modular que pode ser passada para uma nova (caso necessário).

Cozinha planejada demora horrores por aqui, a fábrica é no Rio Grande do Sul. Foram mais de 45 dias até a montagem, mas finalmente está instalada. Dai foi uma nova função pra desencaixotar o final da mudança, lavar tudo que pegou poeira no caminho e arrumar lugar pros utensílios.

Esse sábado marcou (acho) o fim da mudança. As últimas caixas foram pro lixo, todas as coisas que vieram de São Paulo estão no seu lugar. Mudança terminada, hora de ajeitar outras coisas.

Como falei antes, dormi mal de quinta pra sexta. Mas tive uma das minhas melhores noites de sono em muito tempo de sexta pra sábado. Dormi mais de 9 horas, com direito a muitos sonhos.

Acordamos e o dia estava cheio de planos:

Comprar um transformador, coisas para o banheiro, plantas, mel de caju, filmes. Cada uma dessas coisas em um canto da cidade.

O transformador era fácil, tem uma loja de material para construção aqui perto, o problema era decidir para onde depois. Como muita loja fecha ao meio dia no sábado tínhamos que escolher: plantas (pros lados de Ponta Negra) ou filmes (no centrão).

Liguei para a loja de filmes pra confirmar e caso resolvido, ficavam abertos até as 15h.

Compramos o transformador e depois as plantinhas. Manjericão, hortelã, umas sementes de salsa e uma jibóia.

De volta pra casa pra deixar as coisas e já sair de novo para a 7a Arte, o acervo é impressionante, depois de muito fuçar saímos com uma bela mistura de filmes. Nove Rainhas, Dr. Jivago, Laranja Mecânica, Irmãos Marx, Buster Keaton, Wall-E e Ultraseven. Também comprei o Sacco & Vanzzeti (um presente pro meu pai).

De lá, bora pro Centro de Turismo, almoço com bolinho de macaxeira e comprar o mel de caju. É um melado feito do bagaço do caju, eu queria pra usar no lugar do melado de milho num teste culinário (escrevo depois).

A caminho de casa, parada no MidWay Mall para comprar as coisas pra banheiro, umas comidinhas pra janta e tomar um café com bolo. BÔNUS: Não tem muita cerveja boa a venda nos supermercados, às vezes uma Eisenbah ou Devassa, o problema é o preço, R$5-6 uma long neck. Devassa escura (a única que gostei deles) estava em promoção, R$2,99, fiz um estoque.

Finalmente em casa eu fui tocar a experiência culinária e a Re fez a jardinagem das plantas. Depois da-lhe faxinar a casa toda pra tentar tirar todo o pó da instalação dos armários.

Cansadinhos decidimos jantar fora e deixar as comidinhas para o domingo. Com a chuva e tudo o mais o tempo está mais fresquinho, íamos comer um caldinho. BÔNUS 2: um restaurante que achamos que tinha falido, estava só fechado temporariamente, deixamos o caldinho para outro dia e fomos encarar o tailandês Sala thai.

A comida é ótima e algum dia faço um post só pra ele que esse já está meio longo. Mas só pra narrar que foi um bom dia e no meio de dias ruins um bom dia é algo pra se comemorar.

Finalizando, a casa tá pronta, agora faltam as visitas. Abraços.

sábado, 20 de junho de 2009

Quebrando paradigmas 1

Existem certas regras nessa vida que eu tento seguir, muitas carregadas de conceitos e preconceitos incutidos desde a mais tenra idade.

Tendo nascido e crescido em São Paulo, estou acostumado a comer boas pizzas. São Paulo tem pizzarias que estão lá desde muito antes de eu nascer, isso por si só é uma boa referência, com tantas opções na cidade, alguma coisa eles devem estar fazendo certo para estarem lá a tanto tempo.

Ao longo da vida a vontade de comer pizza em horários inadequados me fez criar uma série das regras ditas acima.

Não espere uma boa pizza:

a) em uma cidade litorânea;
b) se não for forno a lenha;
c) em um rodízio de pizza;
d) se tiver catchup, mostarda e/ou maionese na mesa.

Bem, a vontade de comer pizza aliada a uma sugestão do Solto na cidade, fez a gente deixar alguns medos de lado e experimentar uma pizzaria em Natal.

O nome assustava um pouco Índios, pizzeria-arte-bar. A decoração era bonita, com muita coisa de cerâmica marajoara e tapajônica, além de pinturas com imagens e motivos indígenas, mas não muito no estilo tradicional de pizzarias.

Entramos fugindo da chuva, não tinha lugar pra sentar já que boa parte das mesas ficavam pra fora e estavam na água. Resolvemos esperar. Logo liberou uma mesa e fomos atendidos. Nenhum catchup a vista, bom sinal.

O cardápio é pintado em uma tábua fina, simpático. Na parede um diploma de curso técnico de pizzaiolo em italiano lembra que o risco foi calculado, tínhamos visto que o dono, chef, maitrê e garçon Mauro Mazzilli é romano e ele que vem pessoalmente nos atender.

Uma olhada no cardápio e a Renata escolhe a Matriciana (Molho de tomate, cebola, bacon, pimenta, Queijo italiano), eu fico em dúvida e Mauro recomenda:

"Sugestão, pizza de batata, queijo, alecrim. Muito boa. Em Roma come-se muito no café da manhã."

Acatamos a sugestão. Logo o cheiro invade o ambiente e a fome aperta. Não demora muito e Mauro aparece carregando sua obra. A pizza não é redonda, eu peço pra tirar uma foto e ele fica encabulado, mas deixa.



A pizza é cortada em 8, ele serve e sugere novamente.

"Essa pizza é boa de comer com a mão"



A pizza é excelente, muito gostosa, super crocante, diferente do estilo que estou acostumado. Não vou fazer comparações com as de São Paulo, é parecido o suficiente para saber que é pizza e é diferente o bastante para não ter base de comparação.

Receber uma "autorização" pra comer com a mão foi um extra, adoro comer com as mãos.

Pizza em cidade litorânea, sem forno a lenha, foi uma quebra de paradigma deliciosa.


PS: Já voltamos lá duas vezes e continua gostoso, não foi só a surpresa. Toda vez volto com o céu da boca queimado, não consigo esperar esfriar um pouco. Ah! A pizza fica ótima requentada de manhã e a de batata realmente é uma delícia no café da manhã.

sexta-feira, 19 de junho de 2009

Sorveteria Tropical

Eu estava feliz de ter encontrado uma sorveteria em Natal, pois bem, encontrei outra.

Gostei muito da sorveteria tropical, a bola dupla custa R$6 e é bem grande. Tem diversos sabores e para mim o destaque são os de frutas, principalmente as regionais. O sorvete de Mangaba é uma delícia.

O da foto ai é Tangerina e pistache, a Renata está segurando e ao fundo dá pra ver nosso carro, o Branquinho Jr.

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Bolo do Biel

Para os desavisados o aniversário do Gabriel (meu sobrinho) foi ontem, 17/6. Um aninho de vida, nessa idade não adianta dar parabéns, mas eu liguei para parabenizar o pai e a mãe por terem mantido o guri saudável nesses primeiros 365 dias.

Não fizemos bolo, pois a saga do fogão continua, a incompetência e descaso da Brastemp é assustadora.

Entretanto, achamos um café muito bacana no Midway Mall, com bolos bonitos na vitrine.



Eu pedi uma mistura de capucino gelado e chocolate quente. O capucino gelado é bem gostoso, o chocolate quente é aquele mingau de chocolate que está na moda, acho horrível.

Aproveitamos que era aniversário e pedimos uma torta crocante (R$3,50), a surpresa foi o tamanho da torta, podia ter substituído o almoço.



Bem, não tinha Gabriel por perto e ainda vai levar um tempão até ele comer um desses, mas pra gente este sempre será o bolo do Biel.

Saudades, saudades.

Ah! O lugar é o Santa Clara Café Orgânico.

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Recompensas

Pra compensar o outro post mal humorado, esses dias andando de bicicleta pelo bairro peguei um princípio de chuva. A água não se confirmou, mas sol e chuva, olha o que apareceu.

 


Outro dia fim de tarde aqui em casa fui surpreendido pela vista do apartamento.

 


É bom saber que tem coisas bacanas por perto se estivermos com capacidade de olhar.

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Não tem trânsito o C*$%#@&

A Renata costuma reclamar quando alguém fala que vamos gostar de Natal porque o trânsito é melhor que São Paulo. Qual é o ponto? Se seu lugar de origem for uma droga você vai gostar daqui?

De qualquer forma algumas diferenças regionais vão surgindo. As pessoas levam muito a sério dia dos namorados por aqui. Na semana anterior já estavam falando de planos para o tão sonhado dia. Quando comentamos que nunca demos bola para essa data, nos olharam como se fossemos aliens.

Pois bem, por acaso na véspera do dia dos namorados precisávamos comprar um fio pra fazer um varal aqui. Coisa das nossas arrumações. O único lugar que eu conheço que fica aberto depois das 18h pra essas coisas fica num shopping.

Inocentemente fomos lá comprar 1m de fio e devo dizer, "NÃO TEM TRÂNSITO O CA&*%$#$%!"

Nunca peguei congestionamento tão ruim pra chegar, entrar e sair de um shopping. Que raiva que deu.

 
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terça-feira, 9 de junho de 2009

4Rs Final

Para montar o chão do armário-baú (baurmário?) tive que serrar umas placas de compensado que eram o fundo do guarda-roupa. Foi meio chato pois além de deixar do tamanho certo ainda tive que serrar os espaços para caberem os pés. Foram duas placas pra cobrir tudo, mas acho que ficou bom, bem melhor que meu plano inicial de usar umas placas menores e encher de remendo.



Com a ajuda da Rê coloquei em pé e instalamos as portas. Legal que deu pra aproveitar as dobradiças e ficou direitinho. Infelizmente nessa hora percebi que a porta é um pouco menor que o armário, então precisei dar um jeitinho pra fazer um acabamento meia boca.



Aqui como ficou o resultado final do final de semana reciclando o guarda roupa. Infelizmente foi o que deu pra aproveitar dele. De guarda roupa 6 portas virou 3 prateleiras e um baurmário.


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segunda-feira, 8 de junho de 2009

4Rs parte 3

Com as prateleiras eu gastei aproximadamente R$100 nos trilhos, encaixes e parafusos pra parede. Uma coisa legal do segundo projeto foi que quase todo o material usado era refugo do guarda roupa.

A idéia foi pegar algumas partes que já encaixavam e montar um tipo de baú, um módulo menor do guarda roupa na horizontal.



As prateleiras do guarda roupa viraram as laterais e uma divisória do baú. As laterais do guarda roupa foram usadas como a frente e a traseira.

O primeiro problema encontrado, as prateleiras já tinham furos apropriados para um parafuso razoavelmente grande, quase do tamanho do meu mindinho, mas os furos na laterais nem sempre batiam. Tive que fazer esse furos na mão. Como os parafusos não eram de ponta comecei com um parafuso de ponta médio e depois alarguei com uma chave philips e uma chave de fenda. Naquele momento como eu queria ter uma broca de madeira pra usar com a furadeira.



A estrutura geral ficou assim:



Ai comecei a parafusar os pés do armário, depois tive que soltar novamente para colocar o fundo do baú.

domingo, 7 de junho de 2009

4Rs parte 2

Foi ai que eu meio que lembrei, meio que pensei num jeito de resolver esse problema de colocar o encaixe da prateleira na distância certa. Coloquei o encaixe no trilho e parafusei as tábuas direto lá.



Esse método gera um certo problema para mudar a distância entre as prateleiras, tive que soltar e parafusar novamente pra isso.

Aqui a Renata já colocando as coisas no lugar, eu ajudei também, aquelas National Geographics e os dragões fui eu que coloquei.



Abaixo o resultado final como está agora.



As prateleiras deram tão certo e afastaram de tal maneira o Regret que decidi tentar um projeto um pouco maior com outras partes do antigo guarda roupa.

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Café da manhã dos campeões

Uma coisa que faz falta aqui em Natal é uma boa padaria. Encontramos uma razoável em Ponta Negra, mas é um tanto fora de mão para ir num domingo de manhã sem carro.

Fomos em outra aqui perto que parecia promissora, não foi grandes coisas, mas serviu pra pegar um café e um pão com manteiga. Entretanto o que me impressionou mais foi o buffet de café da manhã local.



Sim, é isso mesmo, queijo coalho frito, costela de porco (também frita) e farinha de cuscus, isso sim é pra despertar o Tigre em alguém logo de manhã.

sábado, 6 de junho de 2009

4Rs parte 1

O uso racional dos materiais foca em 3Rs, Recycle, Reuse, Reduce. Por causa de uma cagada do pessoal que fez nossa mudança para Natal acabamos com o nosso guarda roupa inutilizado. Foi um guarda roupa baratosco das Casas Bahia, mas terminamos com aquele monte de placas de MDF, compensados e um saco de parafusos.

Decidimos aproveitar a deixa pra arrumar um guarda roupa mais adequado ao nosso uso, mas o que fazer com aquele "lixo"?

A Renata que deu a idéia, por que não tentar usar pra alguma coisa? A idéia foi usar parte do MDF para montar umas prateleiras na sala.

Depois de avaliar o que fazer quase introduzi o 4o 'R' na Reciclagem, o Regret, trabalho razoável pela frente e de resultado incerto. Optamos pelas portas pois estavam mais em ordem, mas ainda assim cheias de furos.

Passamos em uma loja de construção para comprar o que faltava para montar as prateleiras. Como seriam 3 prateleiras optei por usar um esquema de trilho na parede, fica mais fácil alinhar.

Não tinha trilho de tamanho adequado, então compre um de 2m e serrei em 3.



Ai foi partir para minha "bancada de trabalho" fixar os encaixes na primeira prateleira (grande erro).



Parafusei os encaixes usando parte dos parafusos de ponta do próprio guarda roupa, quando fui colocar o trilho, não entrou direito. Deu uma diferença mínima entre o que tava na tábua e o que ficou na parede.



Olha o quarto R mostrando as caras, vamos ver como a coisa fica.

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