segunda-feira, 26 de março de 2012

Pernilongos

Pernilongos são uma chatice. Também já percebi que aqueles venenos de tomada que prometem uma noite tranquila "mesmo de janelas abertas" são uma tremenda de uma mentira.

Apesar do desejo de eliminar todos os mosquitos do mundo, criar uma zona para dormir tranquilo deve ser o suficiente por agora.

Vi muitos modelos de mosquiteiro, mas todos tinham que ser fixados no teto ou paredes. Outro dia encontrei uma solução interessante na internet.

O Sectotent é portátil, não requer fixação e o mais importante, é um magneto de crianças.

E até aqui tem mantido os pernilongos longe do meu ouvido na hora de dormir.

domingo, 25 de março de 2012

Buta no kakuni

Resolvi experimentar a receita de buta no kakuni do O Onívoro.

Passei em um açougue aqui perto, procurando barriga de porco, divertido que os cortes disponíveis eram mais finos do que eu precisava. Quando descrevi o que queria o açougueiro falou que eles chamam de panceta. Carne bem bonita, já cortada ficou assim (1,5 kg):


Água fervendo enquanto cortava a carne. 5 min na água fervente. Pelo que entendi é só para tirar um pouco da gordura e de qualquer ranço.


Tirei a carne, joguei a água fora e usei a mesma panela para dar uma fritada na carne. Como a carne é bem gordurosa é só deixar soltar um pouco de óleo para não grudar no fundo, nem precisa adicionar nada.


Depois de tudo razoavelmente dourado voltei a carne toda para panela e adicionei o açucar mascavo (9 colheres de sopa), caramelizando tudo.



Para o caldo juntei todo o restante (mirin, 3/4 xícara; kirin, 1,5 xícara; gengibre, 6 fatias finas) numa travessa. Destaque para o gengibre fresco direto do quintal da minha mãe.



Preparei 4 litros de dashi usando Hondashi em pó para ir adicionando aos poucos.



Depois de 4h em fogo baixo e reduzir o caldo:



ITADAKIMASU!!!

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Obsolecência programada?

Estou tentando retomar as escritas periódicas, mas vou adotar uma outra plataforma. Para quem conhece, o tumblr, (teoricamente) é mais dinâmico.

http://cybertaverna.tumblr.com

Escrevi por lá algumas vezes. Pensei em manter os dois (tumblr e blogger) ativos, mas iria atualizar as mesmas coisas nos dois, e no facebook, e no twitter... SOCORRO!

segunda-feira, 7 de março de 2011

No Metro

Ontem, levamos o Gabriel para andar de ônius e metrô em São Paulo. A Tiemi deixou o pimpolho com a gente pela manhã e lá fomos nós para a casa da tia da Renata no centro.

Pegamos o ônibus até o metrô Consolação. No ônibus ele estava tão quietinho que eu fiquei preocupado dele estar enjoado e passar mal, mas foi tudo bem.

O metrô foi mais tranquilo. Era tudo tão novo e diferente que ele ficou olhando tudo muito sério. Nem pra foto ele reagiu muito.


Descemos na Paraíso para trocar de metrô.

Gabriel: O que é paraíso?
Nós: É uma estação de metrô.
Gabriel: O que é estação?
Nós: É onde o trem para para as pessoas descerem e subirem.Lá vamos pegar outro metrô.
Gabriel: Outro metrô?
Nós: É.
Gabriel: Um metrô diferente...

Lá, enquanto esperávamos na plataforma consegui uma reação mais apropriada pra foto.



Seguida dele explicando para Renata que tem que mostrar os dentes na foto.



Chegamos na casa das tias da Re, saímos ainda para a feirinha da Liberdade onde o pimpolho nos surpreendeu curtindo samosas e batata apimentada que compramos por lá. Companheirão de garfo.

Apesar das nossas tentativas de fazê-lo cochilar a tarde na casa da tia, ele resistiu bravamente, só desabando na volta. Adivinha pra quem sobrou carregá-lo no caminho de volta.



No final, ele gostou de andar de metrô. Quem sabe faremos mais passeios por São Paulo, ainda mais que não tem tempo ruim para comer coisas estranhas.

sábado, 12 de fevereiro de 2011

Rolamento educado



Hoje estou aqui em sc com a Renata.

Ela estava precisando de material para plaquear bactéria em placa de cultura, aulas práticas. Normalmente usa-se um bastão de vidro torto chamado alça de Drigalski.
Ela lembrou que dá para plaquear usando bolinhas. Ficamos pensando em alternativas e eu lembrei que rolamento tem umas esferas dentro.
Passamos numa oficina para perguntar onde dá para comprar essas esferas.
O mecânico parou o que estava fazendo, achou um rolamento quebrado no descarte, incomodou outro colega dele para tirarem as bolinhas do rolamento e nem aceitou uma gorjeta. Ficou feliz de estar ajudando a educação.
Estou empolgado com a história até agora.
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terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Milestone 2

Ano passado tive que tomar várias decisões quanto ao celular. Primeiro nos mudamos do Rio Grande do Norte para Santa Catarina. A opção mais tranquila, mantive o aparelho e comprei um chip novo.
Na minha primeira ida a Lages tomei uma tremenda chuva e meu motorola foi-se.
Queria um aparelho razoável (câmera e mp3) achei por um preço bom o cookie da LG.
O cookie era um quase smartphone e resolvi pegar um plano de dados para aproveitar essas funcionalidades. Além disso, acesso a internet em SC era um terror. Mudei para um plano pós pago e aproveitei o desconto para pegar um aparelho novo para a esposa. Na hora escolhemos o melhor aparelho disponível, um LG com windows mobile.
Resultado que se no início tivéssemos optado pelo plano pós pago e aparelhos novos, dava para ter pego coisa melhor. Moral: dá para ter feito a melhor escolha a cada momento e no total sair com um resultado sub ótimo.

Nesse fim de ano veio a super tia para o resgate e finalmente temos celulares bacanas com o plano de uso adequado.

Desde que eu tinha visto o milestone fiquei me coçando por ele. Excedendo todos os desejos ganhei um milestone 2 da tia. Só por ser um aparelho melhor o acesso a internet melhorou muito. Além disso, as funções do android são excelentes.
A tela é muito boa e depois de se acostumar com o swype, quase não usado o teclado físico. Entretanto é bom ter a opção. Para email de trabalho com palavras e termos pouco comuns o teclado físico é uma mão na roda.
Única coisa a reclamar é da bateria. Quando estou empolgado usando tudo ao mesmo tempo, tenho que recarregar mais de uma vez por dia.

Achei o aparelho um monstro de bom e ainda estou me divertindo descobrindo o que dá para fazer.

Ontem descobri esse aplicativo do blogger e deu vontade de escrever alguma coisa. Então aqui vai um post totalmente escrito e enviado usando o novo celular.
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segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Eles

O problema de verdade, são Eles. A partir do momento que você passa a pensar nEles, a coisa vai mal. Por que Eles, são diferentes de você, Eles são piores, mais burros, mais sujos, mal nascidos.

Quando passa a existir Nós e Eles, ai a casa caiu.

Foi isso que eu percebi da onda de ódio surgida durante e no final das últimas eleições. Essa onda de ódio só é possível quando você separa em Nós e Eles, Eles não sabem o que faz, Eles deveriam voltar pra senzala e parar de atrapalhar, deixando alguém que se preocupa com o bem estar de todos decidir o que é melhor.

O nível de preconceito e ódio mostrado só é possível quando você acredita que o outro não tem os mesmos direitos, os mesmos sentimentos, os mesmos recursos emocionais e perceptivos.

Só isso pra justificar alguém achar que rodeio de gordas é uma boa idéia. Só isso para fazer alguém pedir desculpas dizendo não ter "nada contra aquela gente".

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Alzheimer

Acho esses infográficos meio bizarros, mas em geral ajudam a visualização. Trabalho novo, muita informação pra entrar na cabeça.

terça-feira, 5 de outubro de 2010

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Salvo por uma bunda.

Não bem salvo... nem bem uma bunda.

Estava a caminho do TRE pela ciclovia entre Camboriu e Balneário Camboriu. A ciclovia é de duas mãos e ocupa uma das laterais da pista. Estou eu seguindo quando percebo uma van vindo a toda por uma via lateral. Como estou no sentido contrário ao dos carros me preparo para frear, já que o motorista deve estar olhando somente para o outro lado.

Magicamente ele para pegando um pedacinho da faixa de pedestre e até faz sinal para eu seguir. Sigo o olhar dos ocupantes do veículo até um pouco atrás de mim e vejo o alvo deles.

Deixo aqui os meus agradecimentos a senhorita na calçada entre Camboriu e Balneário que simplesmente por caminhar se afastando do local me salvou de alguns ogros motorizados.

Um texto mais apropriado sobre pedal e assédio pode ser lido no blog das Pedalinas.

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Tudo tem que mudar, pra continuar a mesma coisa...

Mês passado participei de um evento no IQ USP sobre concursos, currículos, essas coisas. Foi interessante, pois os outros membros da mesa eram bem mais experientes no lado banca do que no lado candidato. Foi bem interessante, muitos questionamentos sobre o formato de concursos, essas coisas, outra hora escrevo sobre essas coisas por aqui.

Essa semana um depoimento meu apareceu na Folha de São Paulo, sobre os problemas enfrentados por aqueles que fizeram uma graduação pouco tradicional na hora de prestar concursos.

Voltando ao mês passado, quando estava em São Paulo para o evento, fui contatado sobre um concurso que prestei em 2008. Surgiu mais uma vaga e curiosamente, depois de rodar o pais atrás de emprego, fui chamado para o primeiro concurso que prestei em São Paulo mesmo.

Se tivesse como saber o futuro podia ter ficado em Sampa mesmo só queimando as economias esperando ser chamado.

Mas a experiência de rodar o Brasil foi muito boa. É interessante ver que SP é uma bolha, uma ilha dentro do país. Uma ilha de contradições, progresso e conservadorismo, dinheiro, pobreza e exploração, tolerância, mas ao mesmo tempo homofobias e xenofobias.

Em parte é bom estar voltando, mas não garanto que seja pra sempre, tem muita coisa importante a ser coordenada até fincar raízes de vez. Por enquanto, tô mais pra um vasinho que pode ir de um lado pro outro, procurando onde tem mais água e sol.

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Vida agitada

Semana corrida em São Paulo para evento da pós-graduação no IQ-USP.

Participei de uma mesa redonda cujo tema era concursos. Eu era o único não concursado na mesa, mas era o com mais experiência em prestar concursos, dois dos outros tinham larga experiência em ser banca de concurso e os outros dois eram relativamente novos, mas focados em São Paulo.

Foi divertido, principalmente poder contrariá-los falando: "Olha, isso pode ser verdade aqui em São Paulo, mas já tive experiências muito diferentes Brasil afora."

Quem sabe em outro momento escrevo mais sobre essa coisa de concursos. No lado positivo, abriu uma vaga em um concurso no qual fui o segundo colocado. Então em breve novas mudanças retornando à São Paulo.

Enquanto isso uma última filmagem do Gabriel, seguindo-o nessa vida corrida em São Paulo mesmo pra quem nem tem tantas obrigações ainda.

domingo, 15 de agosto de 2010

Estréia


Hoje finalmente estreamos a churrasqueira.

Compramos sardinha e trilha em uma peixaria de Balneário Camboriú. Não gostei da peixaria, primeiro que o cara atendeu com muita má vontade quando pedi pouco peixe (era só pra mim e pra esposa). Depois, me entregaram o peixe sem limpar, só descobri em casa que o peixe ainda estava com entranhas e escama.

Depois que eu limpei os pobres, parecia que um urso que tinha caçado os peixes pra gente.

Mas o peixe ficou bem legal na brasa, só com sal e acompanhado de uma couve-flor ao pesto que a Renata providenciou.

Trilha é uma delícia, é um peixe rosado que, segundo consta, se alimenta de camarão, por isso fica dessa cor e inclusive tem gostinho de camarão (principalmente pele e rabo).

domingo, 1 de agosto de 2010

Patricinha

Nunca fui de beber muito. Descobri os prazeres do álcool com certo "atraso", só fui começar a beber no mestrado. O fígado meio podre me tornou cada vez mais meticuloso na escolha das bebidas e nesse caminho fui me animando com cervejas melhores.

Uma coisa que percebi logo é que as cervejas genéricas uruguaias são melhores que as brasileiras. Dessas mais industriais tem 3 famosas que chegam no Brasil, Norteña, Pilsen e Patrícia (acho até que algumas agora são produzidas por aqui).

Uma das características dessas cervejas é a garrafa de 1L, o que é legal numa mesa de bar, mas é uma merda para beber sozinho ou a dois em casa.

Hoje passeando no supermercado encontramos a long neck da Patrícia:


Compramos um par, a coisa boa é que as vezes só um tá com vontade de beber uma cervejinha e não precisa passar vontade, nem "gastar" uma das cervejas mais gourmet.

Gostei muito da garrafa, que ao invés de rótulo tem um P estilizado em relevo.

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Level UP!!!


Depois de algum tempo de experiência com RPG a distância, ontem foi dia de subir mais um degrau na escala de nerdice.

Na última passada por Porto Alegre aproveitei pra re-encontrar alguns amigos e acompanhar um jogo de Warhammer 40K.

WH40K é um jogo de miniatura que alguns amigos adotaram depois do fim do Mage Knight (outro jogo de miniaturas).

Assisti, mas não participei. Fiquei com vontade de jogar, mas o investimento em material (aquisição, pintura, etc) não me parece compensar o quão esporádica minha participação seria.

O Eduardo que sugeriu o Vassal. Eles estão com o site fora do ar, mas é uma plataforma para jogos de guerra via internet.

Tem um módulo para Warhammer40k (Vassal40K), que foi proibido pela produtora do Warhammer (Games Workshop). Entretanto, ainda se encontra a última versão do módulo em programas P2P.

Carregamos tudo e foram umas boas 3 horas de jogo, apanhando das regras do sistema e com a interface do programa, mas a experiência foi bem legal.

Montei um screenshot só pra mostrar a cara do programa, mas "ao vivo" é bem melhor.

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Psiu, aqui!

Um tempo atrás ganhei uma caneca lindona.

Muitas vezes quando ia tomar alguma coisa na caneca eu brincava:

"É só café, nego" - avisando o lagartinho que o que quer que ele procurasse, não estava ali.

Recentemente passeando por Porto Alegre adquiri outra caneca com o Rui Gassen. Foi sem querer, mas talvez subliminarmente tenha percebido algo que só dei conta agora.




Eles tavam brincando de esconde-esconde.

sábado, 3 de julho de 2010

Frango de bruços

Desde que mudamos para Camboriu temos diminuído a carne vermelha na dieta. Não é recomendação médica nem dieta maluca, é simplesmente que a Re está dando aula no colégio agrícola e eles tem carne de porco e frango de ótima qualidade e muito mais em conta que no mercado.

Essa semana eu "encomendei" um frango para assar.

Faz um tempo que venho me arriscando a assar frangos em casa e englobando algumas dicas do pai, irmão e vó, esse foi o resultado.



Não esqueça de temperar o frango antes de começar. Eu costumo só passar sal em toda volta e por dentro. Alho moído e manjericão acompanham bem.

A parte do pai:

Uma das dificuldades em assar frango é acertar o ponto em que está cozido por dentro e dourado por fora. Outro problema comum é que o peito costuma ficar muito exposto e seco. Ai entra a técnica que meu pai me passou.

Coloque o frango pra assar em fogo médio com o peito pra baixo. A hora que as "costas" estiverem douradas, vire o peito pra cima e deixe assando até o peito dourar. Está pronto, fácil assim, virar é um pouco chato, mas com uma espátula e um garfo você consegue, cuidado pra não fazer em uma superfície escorregadia e a assadeira deslizar.


A parte do irmão:

O único problema de assar o frango de bruços assim é que a pele do peito pode grudar no fundo da assadeira e dar um trabalhão pra virar, além de perder a pele.

Para evitar isso, roubei uma ideia do meu irmão. Coloque uma camada de batata fatiada no fundo da assadeira. Tempere as batatas e ponha o frango por cima. A gordura do frango vai escorrendo e ajudando a meio cozinhar/fritar as batatas. Ainda não achei o ponto certo das batatas, elas acabaram grudando no fundo, mas acho que untar a forma antes das batatas pode ajudar com isso.

Da próxima vez vou passar uma gordura na assadeira, colocar uns dentes de alho e alecrim no fundo, colocar no forno. Depois que a batata estiver dourada de um lado eu viro, coloco o frango e continuo.


Por fim, a parte da vô:

Minha vó faz um recheio de frango fenomenal, ela me passou a receita/conceito e eu tento usar com o que tiver, nunca ficou tão bom quanto o dela. Deve ter um pouco de memória afetiva, mas o fato que ela é a melhor cozinheira que eu conheço me deixa em desvantagem quando tento imitar.

Basicamente é: pegue os miúdos do frango, mais algum bacon, linguiça, toucinho, o que estiver sobrando, triture com tomate e cebola, tempere e faça um guisadinho. Misture pão moído para "dar liga". Jogue a mistura dentro do frango, feche o burado com uns palitos de dente, pode por o frango pra assar.


Tem umas marcas arredondadas no peito do frango ali em cima, é por causa dele ter ficado apoiado nas batatas.

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Recital

O Gabriel curte fazer um barulho. A Tiemi forneceu para o pimpolho uns instrumentos de brinquedo e aqui vai o resultado.

Espero que ele fique interessado e aprenda a tocar alguma coisa de verdade no futuro.



Pelo menos a parte de agradecer quando aplaudem ele faz direitinho.

domingo, 27 de junho de 2010

El Cordobés








Uma das partes divertidas de chegar em uma cidade nova é descobrir onde comer. Passado a fase inicial de só comer no quilo da esquina e um ou dois restaurantes confirmados, começamos nossa exploração das redondezas.

Já tivemos sucessos em achar um japonês, um mexicano, dois hambúrgueres, um cachorro quente, um italiano e uma churrascaria.

Sexta passada estava com vontade de comer carne. A Re usou o google-fu dela e comentou: Tem um restaurante classificado como argentino.

Tentamos ligar para saber mais, mas o telefone que estava na internet tinha mudado. Mudamos de plano, mas quando estávamos no carro a vontade de comer carne bateu mais alto e sugeri uma passada no dito restaurante, caso estivesse fechado seguiríamos ao plano B.

Demos a sorte de estar aberto, mas vazio, só nós dois, serviço exclusivo.

O dono (creio que era o dono) veio atender e sugeriu: Estamos com promoção da picanha argentina para duas pessoas.

Acatamos a sugestão e me animei quando ele ficou feliz ao pedirmos a carne "ao ponto pra menos".

Foi excelente, carne boa, preço justo e acompanhamentos adequados, arroz, salada e batata frita.

Conversamos um pouco mais antes de sair e ele sugeriu para uma próxima: Experimentem o bife de chorizo, dá pra duas pessoas.

Me ganhou mais um pouco ai, normalmente os trabalhadores de restaurante olham feio a menor menção de dividir um prato, o que costuma me forçar a ou levar pra casa, ou desperdiçar comida.

Ganhou tanto que hoje decidimos ir novamente e experimentar o bife de chorizo. Aproveitei pra bater umas fotos já pensando em escrever aqui.

O lugar chama El Cordobés e fica na Rua 11, esqueci o número.

Hoje na hora do almoço o salão estava com pouco movimento, mas tinha vários argentinos reunidos para assistir o jogo.

De cortesia vem umas empanadas de entrada.

E o bife de chorizo.

Comida de verdade, bem feita e com preço honesto.