O Gabriel curte fazer um barulho. A Tiemi forneceu para o pimpolho uns instrumentos de brinquedo e aqui vai o resultado.
Espero que ele fique interessado e aprenda a tocar alguma coisa de verdade no futuro.
Pelo menos a parte de agradecer quando aplaudem ele faz direitinho.
Todo mundo sabe que tudo começa em uma taverna. Velhinhos misteriosos são opcionais, mas a taverna é essencial. Mas isso é um blog raios, não dá pra ser blogueiro numa taverna. Então aqui estamos em uma Cybertaverna, enjoy. No cardápio, RPG, tecnologia, música, bebidas, fantasia e o que mais me der na telha.
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sexta-feira, 2 de julho de 2010
domingo, 4 de abril de 2010
Trilha sonora
A Renata é muito mais ligada em música do que eu, tem gosto musical melhor e um vasto conhecimento discográfico.
Uma coisa divertida é arrumar trilhas sonoras para momentos da vida. O doutorado teve várias.
"Every breath you take" do The Police é perfeita para orientadores - Every breath you take, every move you make, I'll be watching you. "Fuck Forever", Babyshambles, era uma sensação constante - I'm so clever, but clever ain't wise.
Tinha a trilha sonora perfeita para a monitoria: "Oliver's Army" do Elvis Costello - I'd rather be anywhere else but here today.
Uma amiga que está numa fase de trabalho insana, lembrou de "Hard Days Night", The Beatles (dispensa trechos), mas me parece que tem embutida uma certa homenagem ao marido e filho.
Na fase mais complicada de trabalho em Natal, "Heavens Know, I'm miserable now", The Smiths, quase me fez chorar - I was looking for a job and then I found the job, Heavens know, I'm miserable now.
Por alguns momentos, quando passei na seleção em Lages, minha trilha pessoal poderia ser "Top of the world", Shonen Knife. E pra minha vida Lages-Camboriu "Roam", B52, parece apropriada. Ao me manter informado com notícias de meio ambiente para minhas aulas, "It's the end of the world as we know it", REM, me parece sombriamente adequado.
Mas me parece que trilhas sonoras combinam mais com momentos dramáticos, quando a vida vai bem ela parece ter uma música própria que dispensa explicações.
Uma coisa divertida é arrumar trilhas sonoras para momentos da vida. O doutorado teve várias.
"Every breath you take" do The Police é perfeita para orientadores - Every breath you take, every move you make, I'll be watching you. "Fuck Forever", Babyshambles, era uma sensação constante - I'm so clever, but clever ain't wise.
Tinha a trilha sonora perfeita para a monitoria: "Oliver's Army" do Elvis Costello - I'd rather be anywhere else but here today.
Uma amiga que está numa fase de trabalho insana, lembrou de "Hard Days Night", The Beatles (dispensa trechos), mas me parece que tem embutida uma certa homenagem ao marido e filho.
Na fase mais complicada de trabalho em Natal, "Heavens Know, I'm miserable now", The Smiths, quase me fez chorar - I was looking for a job and then I found the job, Heavens know, I'm miserable now.
Por alguns momentos, quando passei na seleção em Lages, minha trilha pessoal poderia ser "Top of the world", Shonen Knife. E pra minha vida Lages-Camboriu "Roam", B52, parece apropriada. Ao me manter informado com notícias de meio ambiente para minhas aulas, "It's the end of the world as we know it", REM, me parece sombriamente adequado.
Mas me parece que trilhas sonoras combinam mais com momentos dramáticos, quando a vida vai bem ela parece ter uma música própria que dispensa explicações.
quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
I am a paleontologist
Comentei por aqui sobre o They Might be Giants e o seu novo CD/Projeto "Here comes science".
Achei umas (ou várias) cifras deles num wiki não-oficial e estava praticando uma das músicas.
Achei umas (ou várias) cifras deles num wiki não-oficial e estava praticando uma das músicas.
domingo, 11 de outubro de 2009
Rap Guide to Evolution
Ultimamente tem mais coisas interessantes para escrever do que tempo, mas assim que eu vi essa tive que colocar aqui.
Por causa de um problema com os feeds dos podcasts da Scientific American acabei achando esse outro podcast de ciência: The Naked Scientist.
Um dos tópicos que me chamou a atenção logo de cara é meio antigo (16 de julho), mas é fantástico. Como parte das comemorações do bicentenário de Darwin professores ingleses (não consegui entender o nome) convidaram um rapper canadense para fazer "The Rap Guide to Evolution". O MP3 está no link ai atrás se alguém quiser ouvir o show inteiro, aqui embaixo tem uma apresentação dele que achei no YouTube.
Por causa de um problema com os feeds dos podcasts da Scientific American acabei achando esse outro podcast de ciência: The Naked Scientist.
Um dos tópicos que me chamou a atenção logo de cara é meio antigo (16 de julho), mas é fantástico. Como parte das comemorações do bicentenário de Darwin professores ingleses (não consegui entender o nome) convidaram um rapper canadense para fazer "The Rap Guide to Evolution". O MP3 está no link ai atrás se alguém quiser ouvir o show inteiro, aqui embaixo tem uma apresentação dele que achei no YouTube.
sábado, 26 de setembro de 2009
They Might Be Giants - Here Comes Science
Já tinha ouvido falar do CD "Here Comes Science" da banda "They Might be Giants", hoje finalmente escutei algumas músicas no podcast do SciFri.
Fiquei besta, estou vendo como comprar o CD, DVD, poster, camiseta da banda. Fã instantâneo.
Tem muita coisa no You tube,
O que achei ótimo foi que no melhor do espírito científico a banda já lançou uma nova música para corrigir uma onde eles pegaram um conceito incorreto.
Pior que eu acho a primeira versão mais legal. Mas assim como na ciência, achar uma teoria mais legal não torna ela correta (Lamarck que o diga).
Se você gostou passeie um pouco no Youtube, a música deles sobre o Paleontologista é ótima também.
Fiquei besta, estou vendo como comprar o CD, DVD, poster, camiseta da banda. Fã instantâneo.
Tem muita coisa no You tube,
O que achei ótimo foi que no melhor do espírito científico a banda já lançou uma nova música para corrigir uma onde eles pegaram um conceito incorreto.
Pior que eu acho a primeira versão mais legal. Mas assim como na ciência, achar uma teoria mais legal não torna ela correta (Lamarck que o diga).
Se você gostou passeie um pouco no Youtube, a música deles sobre o Paleontologista é ótima também.
quinta-feira, 16 de abril de 2009
Just
Dia sem muito o que fazer além de estudar e entrar em pânico com a prova que se aproxima.
Resolvi colocar aqui mais uma que gravei esses dias.
Inspirado pelo show aprendi umas músicas do Radiohead. Apesar dessa não ter tocado no show essa se tornou uma das favoritas instantâneas desde a primeira vez que eu ouvi.
Eu sei que minhas habilidades musicais não são lá grandes coisas, qualquer coisa procurem por uma versão melhor no YouTube. Tem uma que é produzida pelo Mark Ronson que é muito bacana, Radiohead que dá vontade de sair dançando é uma raridade.
Resolvi colocar aqui mais uma que gravei esses dias.
Inspirado pelo show aprendi umas músicas do Radiohead. Apesar dessa não ter tocado no show essa se tornou uma das favoritas instantâneas desde a primeira vez que eu ouvi.
Eu sei que minhas habilidades musicais não são lá grandes coisas, qualquer coisa procurem por uma versão melhor no YouTube. Tem uma que é produzida pelo Mark Ronson que é muito bacana, Radiohead que dá vontade de sair dançando é uma raridade.
domingo, 12 de abril de 2009
Radiohead em São Paulo
Muitos dos fãs ficaram putos (e com razão) da forma que o Multishow transmitiu (ou deixou de) o show do Radiohead em São Paulo. As propagandas davam a entender que o show seria transmitido na integra e qual não foi a surpresa uma parte mínima do show foi transmitida e ainda os momentos mais emocionantes ficaram de fora.
Tipo da coisa que me fez valorizar ainda mais ter ido ao show. Mas estava triste pois tinha esperança de ter o show na íntegra e isso não parecia mais possível.
Pois ainda bem que tem gente com muito mais iniciativa, ânimo e competência do que eu. O Andrews Ferreira Guedis idealizou e está encabeçando o projeto Rain Down, montando um DVD pelos fãs para os fãs com o show do Radiohead em São Paulo. Juntando o que a Multishow transmitiu com os vídeos que a galera gravou e estão mandando pra ele.
Quem me repassou o site foi a Renata (como eu amo essa mulher) e repasso aqui para quem quiser acompanhar/participar: Raindown De qualquer forma vou deixar aqui do lado nos links permanentes.
Abaixo estou embutindo no post o momento mais emocionante do show, tá meia boca, mas lá foi fantástico.
Tipo da coisa que me fez valorizar ainda mais ter ido ao show. Mas estava triste pois tinha esperança de ter o show na íntegra e isso não parecia mais possível.
Pois ainda bem que tem gente com muito mais iniciativa, ânimo e competência do que eu. O Andrews Ferreira Guedis idealizou e está encabeçando o projeto Rain Down, montando um DVD pelos fãs para os fãs com o show do Radiohead em São Paulo. Juntando o que a Multishow transmitiu com os vídeos que a galera gravou e estão mandando pra ele.
Quem me repassou o site foi a Renata (como eu amo essa mulher) e repasso aqui para quem quiser acompanhar/participar: Raindown De qualquer forma vou deixar aqui do lado nos links permanentes.
Abaixo estou embutindo no post o momento mais emocionante do show, tá meia boca, mas lá foi fantástico.
Nobody knows you when you down and out
Fiquei com vontade de gravar alguma coisa nova ao invés de regravar as antigas.
Não sei quem compôs a música, mas a gravação mais antiga dela que eu conheço é da Bessy Smith, uma figura forte do Blues.
A gravação que conheci primeiro é do Eric Clapton, também é a que usei aqui. Mas, não há dúvida que Bessy Smith entendia muito melhor o que significava cantar "Ninguém te conhece quando você está numa pior". Uma mulher forte e talentosa numa era difícil, contam que ela sozinha afugentou alguns membros da ku-klux-klan que ousaram atrapalhar seu show.
Morreu vítima do preconceito. Sofreu um acidente de carro e um hospital recusou atendimento pois Bessy era negra.
Não sei quem compôs a música, mas a gravação mais antiga dela que eu conheço é da Bessy Smith, uma figura forte do Blues.
A gravação que conheci primeiro é do Eric Clapton, também é a que usei aqui. Mas, não há dúvida que Bessy Smith entendia muito melhor o que significava cantar "Ninguém te conhece quando você está numa pior". Uma mulher forte e talentosa numa era difícil, contam que ela sozinha afugentou alguns membros da ku-klux-klan que ousaram atrapalhar seu show.
Morreu vítima do preconceito. Sofreu um acidente de carro e um hospital recusou atendimento pois Bessy era negra.
sexta-feira, 10 de abril de 2009
Replay
Oi pessoas, só pra constar, descobri que o site onde coloquei as músicas que eu gravei, apaga os arquivos depois de um tempo.
Pra piorar na mudança para Natal eu perdi os arquivos. Quando der tempo e ânimo eu estou regravando, hoje refiz "The Pusher" e coloquei num disco virtual mais confiável. Quem quiser conferir eu arrumei o post original é só seguir o link abaixo.
http://cybertaverna.blogspot.com/2009/01/estava-aqui-enrolando-pra-comecar.html
Se tiver com problema ainda me avisem.
Pra piorar na mudança para Natal eu perdi os arquivos. Quando der tempo e ânimo eu estou regravando, hoje refiz "The Pusher" e coloquei num disco virtual mais confiável. Quem quiser conferir eu arrumei o post original é só seguir o link abaixo.
http://cybertaverna.blogspot.com/2009/01/estava-aqui-enrolando-pra-comecar.html
Se tiver com problema ainda me avisem.
sexta-feira, 27 de março de 2009
Por que não 3'->5'?
O nosso material genético, no núcleo de toda célula eucariótica é o DNA. O DNA é um polímero de nucleotídeos, a sequência desses nucleotídeos é o chamado código genético. Durante o processo de transcrição é feita uma cópia complementar à uma sequência de DNA, o RNA mensageiro. O RNAm é processado, exportado do núcleo e no citoplasma se ligará a maquinaria de transcrição e dará origem a uma proteína.
Para entender melhor essa parte do RNA virando proteína dá uma olhada aqui.
Resumidamente: DNA -> RNA -> Proteína
Aprendemos no curso de Biologia Molecular que o processo em que o DNA é replicado (gerando mais DNA), ou transcrito (gerando RNA), acontece no sentido 5'->3', se referindo à uma hidroxila (OH) na posição 5' da fita de ácido nucléico que está se formando.
Como sexta a noite é hora de ficar estudando (?) encontrei um casal de amigos no GoogleTalk com a dúvida: Por que não 3'->5'?
Minha primeira resposta: Por causa do OH.
Mas isso não era o suficiente, passamos um tempo discutindo se a transcrição no sentido 3'->5' era uma impossibilidade ou se o 5'-> 3' era uma escolha da natureza, desprovida de um motivo maior. Estereoquímica? Energia da reação?
Depois de discutir um pouco eu desencanei e fui fazer algo mais produtivo da minha noite de 6a. Olha que vídeo bacana que a Renata encontrou no Popload. Um músico de formação erudita tocando Karma Police do Radiohead.
Ah! Para aqueles que ficaram encucados com a solução do 3'->5' e não conseguiriam dormir tranquilos com essa dúvida, meus amigos acharam uma resposta. Encontraram um trabalho que identificou uma enzima que cataliza a reação no sentido 3'->5', logo 3'->5' é possível. Não li o trabalho pra ver se tem alguma implicação do porque a preferência do 5'->3' na natureza, mas se alguém quiser ir mais a fundo no assunto:
tRNAHis guanylyltransferase catalyzes a 3′-5′ polymerization reaction that is distinct from G−1 addition
Para entender melhor essa parte do RNA virando proteína dá uma olhada aqui.
Resumidamente: DNA -> RNA -> Proteína
Aprendemos no curso de Biologia Molecular que o processo em que o DNA é replicado (gerando mais DNA), ou transcrito (gerando RNA), acontece no sentido 5'->3', se referindo à uma hidroxila (OH) na posição 5' da fita de ácido nucléico que está se formando.
Como sexta a noite é hora de ficar estudando (?) encontrei um casal de amigos no GoogleTalk com a dúvida: Por que não 3'->5'?
Minha primeira resposta: Por causa do OH.
Mas isso não era o suficiente, passamos um tempo discutindo se a transcrição no sentido 3'->5' era uma impossibilidade ou se o 5'-> 3' era uma escolha da natureza, desprovida de um motivo maior. Estereoquímica? Energia da reação?
Depois de discutir um pouco eu desencanei e fui fazer algo mais produtivo da minha noite de 6a. Olha que vídeo bacana que a Renata encontrou no Popload. Um músico de formação erudita tocando Karma Police do Radiohead.
Ah! Para aqueles que ficaram encucados com a solução do 3'->5' e não conseguiriam dormir tranquilos com essa dúvida, meus amigos acharam uma resposta. Encontraram um trabalho que identificou uma enzima que cataliza a reação no sentido 3'->5', logo 3'->5' é possível. Não li o trabalho pra ver se tem alguma implicação do porque a preferência do 5'->3' na natureza, mas se alguém quiser ir mais a fundo no assunto:
tRNAHis guanylyltransferase catalyzes a 3′-5′ polymerization reaction that is distinct from G−1 addition
domingo, 22 de março de 2009
Cabeça de Radio

Hora de dar um cochilinho e daqui a pouco lá vamos nós ao show do RadioHead. A Renata espera por esse momento à 15 anos, eu um tanto menos, mas deve ser o melhor show do ano e nós vamos.
Aproveitar que quem vai abrir é o Los Hermanos e podemos dormir mais uns 5 minutinhos antes de irmos à chácara do Jockei.
Passei na frente do local do show hoje cedo indo ao cemitério (estou preparando um post sobre isso, mas fica pra outra hora) e já estava com uma fila considerável.
O acesso à Chácara do Jockei é meio ruim, espero que a gente consiga lugar pra parar o carro por lá. O estacionamento oficial tem só 3000 lugares, para 30000 ingressos vendidos.
Agora cochilar, daqui a pouco "for a minute there, I lost myself, I lost myseeeeeeeeeeeeelf."
EDITANDO APÓS O SHOW: Foi do caralho!!! 2h30min de show, tocaram muita coisa do novo disco (In Rainbows) e as 3 que me deram arrepios no corpo todo, Karma Police, Fake Plastic Trees e Creep. Creep foi a música que fechou o show, meio triste, mas apropriado terminar o show cantando "I don't belong here".
Acho que o momento mais SHOW do show: Depois de tocar Paranoid Android o público ficou repetindo o backing vocal, o Thom Yorke acompanhou no violão e cantou novamente o trecho final da música.
quinta-feira, 5 de março de 2009
Erros
Curioso, estava olhando alguns sites na internet com dicas de violão e descobri que eu seguro o braço do violão errado.
Lendo mais um pouco e prestando atenção em como eu toco eu descobri que não é só uma questão de segurar errado.
Como eu aprendi segurando errado eu comecei a compensar prendendo o braço do violão entre o dedão e uma porção da palma da mão esquerda. Resultado, não interessa o que eu estou tocando, sempre estou fazendo força com a mão esquerda.
Por causa dessa tensão e pra firmar melhor comecei a pressionar o corpo do violão com o braço direito.
Resultado, pra compensar um erro lá do começo, eu fui acumulando problemas na forma que seguro e toco o violão.
Fui tentar fazer do jeito certo e foi desastroso. A impressão é que as cordas e os trastes estão todos fora de lugar (de certa forma estão mesmo, já que minha mão mudou de posição). Além disso tenho que me acostumar a só aplicar pressão na hora certa, então mais de uma vez me atrapalho com o braço, já que esqueço de tirar a força de algum lugar.
É até divertido perceber como um erro pequeno no começo pode levar a coisas piores no futuro. Mas é até mais legal ver que muitas vezes isso não impede de continuar.
Lendo mais um pouco e prestando atenção em como eu toco eu descobri que não é só uma questão de segurar errado.
Como eu aprendi segurando errado eu comecei a compensar prendendo o braço do violão entre o dedão e uma porção da palma da mão esquerda. Resultado, não interessa o que eu estou tocando, sempre estou fazendo força com a mão esquerda.
Por causa dessa tensão e pra firmar melhor comecei a pressionar o corpo do violão com o braço direito.
Resultado, pra compensar um erro lá do começo, eu fui acumulando problemas na forma que seguro e toco o violão.
Fui tentar fazer do jeito certo e foi desastroso. A impressão é que as cordas e os trastes estão todos fora de lugar (de certa forma estão mesmo, já que minha mão mudou de posição). Além disso tenho que me acostumar a só aplicar pressão na hora certa, então mais de uma vez me atrapalho com o braço, já que esqueço de tirar a força de algum lugar.
É até divertido perceber como um erro pequeno no começo pode levar a coisas piores no futuro. Mas é até mais legal ver que muitas vezes isso não impede de continuar.
terça-feira, 3 de março de 2009
The teenager audio test
É um fato que nós mudamos com a idade. Uma das mudanças é que perdemos a capacidade de ouvir sons em certa frequência. Vi duas empresas que iam se aproveitar dessa característica.
Uma empresa criou ringtones para celular que adultos (pessoas com mais de 25 anos) são incapazes de escutar. Coisa pra adolescente fazer gracinha em aula.
O outro uso foram lojas em Londres que colocavam sons nessa frequência no meio da música ambiente para deixar adolescentes incomodados e fazer com que eles não se aglomerassem na frente.
Hoje encontrei um teste desse som aqui: http://ilustradanopop.folha.blog.uol.com.br/

Eu escutei, meio baixinho, mas escutei. A Renata não. Conclusão, eu ainda tenho uma cabeça de adolescente. Mas isso a gente já sabia.
Uma empresa criou ringtones para celular que adultos (pessoas com mais de 25 anos) são incapazes de escutar. Coisa pra adolescente fazer gracinha em aula.
O outro uso foram lojas em Londres que colocavam sons nessa frequência no meio da música ambiente para deixar adolescentes incomodados e fazer com que eles não se aglomerassem na frente.
Hoje encontrei um teste desse som aqui: http://ilustradanopop.folha.blog.uol.com.br/
Created by Train Horns
Eu escutei, meio baixinho, mas escutei. A Renata não. Conclusão, eu ainda tenho uma cabeça de adolescente. Mas isso a gente já sabia.
sábado, 28 de fevereiro de 2009
Cegos do Castelo
No Natal senti uma certa (auto)crítica por não ter muitas músicas em português no meu repertório. Não tem nenhuma que eu saiba de cabeça.
Em parte tenho a desculpa que as coisas em português que eu acho legais em geral são muito difíceis de tocar.
Outro dia a Renata me mostrou o clipe original da música Cegos do Castelo. O clipe é fantástico, dá até uns arrepios, uma pena que na época que foi lançado a MTV estava promovendo aquelas séries de acústicos e só divulgou o clipe do acústico.
Então peguei a música, microfone nas coxas novamente e lá vamos nós. Não sei o que acontece, mas tenho a impressão que minha voz está cada vez pior. O violão ficou meio alto, mas acho que tá legal.
Em parte tenho a desculpa que as coisas em português que eu acho legais em geral são muito difíceis de tocar.
Outro dia a Renata me mostrou o clipe original da música Cegos do Castelo. O clipe é fantástico, dá até uns arrepios, uma pena que na época que foi lançado a MTV estava promovendo aquelas séries de acústicos e só divulgou o clipe do acústico.
Clipe de Cegos do Castelo com animação.
Então peguei a música, microfone nas coxas novamente e lá vamos nós. Não sei o que acontece, mas tenho a impressão que minha voz está cada vez pior. O violão ficou meio alto, mas acho que tá legal.
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009
NanoForróBioMolecularTec
Conheci o Edson na USP, onde ele trabalha como técnico de diversos laboratórios. Ele é uma das pessoas que eu mais admiro por aqui.
O Edson tem uma escala de trabalho lotada, ficando praticamente 2 meios períodos por semana em cada local, você reclama de ter um chefe? Pois ele tem uns 6 ou 7.
O mais impressionante é que todo mundo elogia o seu trabalho, o cara não deixa nada por fazer.
Quando eu comecei aqui ele estava fazendo cusinho, decidido à estudar em uma faculdade pública. Ao mesmo tempo fez um curso técnico para melhorar na carreira.
Não sendo isso o suficiente para conter uma pessoa do seu entusiasmo o Edson também investia parte do tempo (sobra algum?) na carreira de cantor.
Hoje, está estudando na FATEC, continua com sua carga maluca de trabalho que cumpre com disposição e um sorriso no rosto e depois de investir muito está com um CD gravado.
Junto com o pessoal do estúdio montou uns dois vídeos, adicionou um "João" na frente do nome e estou colocando aqui o resultado. As letras e melodia são deles, os outros participantes também ajudaram com os arranjos.
Não sou fã de forró, mas gostei muito da música "Xote ao Luar".
Com vocês o convidado especial, João Edson com Xote ao Luar e Magia.
Editado em 20/02/09 - Que vergonha, errei o nome artístico do Edson.
O Edson tem uma escala de trabalho lotada, ficando praticamente 2 meios períodos por semana em cada local, você reclama de ter um chefe? Pois ele tem uns 6 ou 7.
O mais impressionante é que todo mundo elogia o seu trabalho, o cara não deixa nada por fazer.
Quando eu comecei aqui ele estava fazendo cusinho, decidido à estudar em uma faculdade pública. Ao mesmo tempo fez um curso técnico para melhorar na carreira.
Não sendo isso o suficiente para conter uma pessoa do seu entusiasmo o Edson também investia parte do tempo (sobra algum?) na carreira de cantor.
Hoje, está estudando na FATEC, continua com sua carga maluca de trabalho que cumpre com disposição e um sorriso no rosto e depois de investir muito está com um CD gravado.
Junto com o pessoal do estúdio montou uns dois vídeos, adicionou um "João" na frente do nome e estou colocando aqui o resultado. As letras e melodia são deles, os outros participantes também ajudaram com os arranjos.
Não sou fã de forró, mas gostei muito da música "Xote ao Luar".
Com vocês o convidado especial, João Edson com Xote ao Luar e Magia.
Editado em 20/02/09 - Que vergonha, errei o nome artístico do Edson.
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
Novos talentos.
Ontem coloquei aqui uma música. Hoje temos um convidado muito especial, vai ser um vídeo de qualidade musical duvidosa, mas aposto como vai fazer muito mais sucesso.
Pela segunda vez nessa vida eu e a Rê fizemos as vezes de babá para o Gabriel. Dureza foi descobrir que não tinha nada que fosse apropriado para deixar uma criança brincar. Depois dele tentar comer uns dois origamis e se cansar de uma caixinha plástica em forma de concha, trouxe um velho conhecido para ele brincar.
Este violão é um Eagle clássico antigo que minha prima Cristina tinha deixado no sítio, eu peguei para fazer uma manutenção e...bem...é... "esqueci" de devolver.
No natal o Biel já tinha sido apresentado ao Eagle, hoje ele ficou ditraído por um bom tempo. Quem sabe finalmente arrumamos alguém que toque direitinho por aqui.
Durante o turno de babá ainda deu para descobrir o real talento desse garoto.
Notas Técnicas:
-O stop motion acima foi feito no Picasa. O audio foi ripado daqui, uma apresentação de cajon por Martin Roettger, siga o link para ver a apresentação toda do cara.
-Os vários vídeos do Gabriel no violão foram feitos com a câmera da Renata que salva em .MOV. Recortei os pedaços legais no Picasa, convertie juntei os vídeos de uma vez só no MP4Cam2Avi, um progaminha simpático que não precisa instalar, roda direto do descompactado. Por fim reduzi o tamanho no próprio software da câmera fotográfica.
Pela segunda vez nessa vida eu e a Rê fizemos as vezes de babá para o Gabriel. Dureza foi descobrir que não tinha nada que fosse apropriado para deixar uma criança brincar. Depois dele tentar comer uns dois origamis e se cansar de uma caixinha plástica em forma de concha, trouxe um velho conhecido para ele brincar.
Este violão é um Eagle clássico antigo que minha prima Cristina tinha deixado no sítio, eu peguei para fazer uma manutenção e...bem...é... "esqueci" de devolver.
No natal o Biel já tinha sido apresentado ao Eagle, hoje ele ficou ditraído por um bom tempo. Quem sabe finalmente arrumamos alguém que toque direitinho por aqui.
Durante o turno de babá ainda deu para descobrir o real talento desse garoto.
Notas Técnicas:
-O stop motion acima foi feito no Picasa. O audio foi ripado daqui, uma apresentação de cajon por Martin Roettger, siga o link para ver a apresentação toda do cara.
-Os vários vídeos do Gabriel no violão foram feitos com a câmera da Renata que salva em .MOV. Recortei os pedaços legais no Picasa, convertie juntei os vídeos de uma vez só no MP4Cam2Avi, um progaminha simpático que não precisa instalar, roda direto do descompactado. Por fim reduzi o tamanho no próprio software da câmera fotográfica.
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009
Melhor de três?
Hoje deu vontade de gravar nas coxas de novo (clique aqui para ouvir a vez anterior, The Pusher)
Eu voltei do mestrado gostando muito de tocar violão, graças as parcerias feitas em Porto Alegre (Lucas e Diogo).
A Rê gosta muito de música e ela me apresentou muita coisa legal. Devo dizer que meu conhecimento musical aumentou horrores por sua causa.
Certa vez querendo agradar aprendi uma música e fui fazer uma serenata. Era uma música que ela me mostrou e achavamos divertida. Não entendi por que minha apresentação não fez sucesso até me tocar da letra:
"And I would rather be anywhere else
But here today"
Oliver's Army - Elvis Costello
Ok, todo mundo pode cometer um deslize, foi bobagem. Algum tempo depois aprendo outra música que ela me mostrou e eu achava muito legal. Lá vou eu de novo para meu Gig romântico.
"Send me dead flowers by the mail
Send me dead flowers to my wedding
And I wont forget to put roses on your grave"
Dead Flowers - Rolling Stones
Putz, errar é humano, persistir no erro é burrice, mas como eu sou brasileiro e não desisto nunca... tá eu sou uma besta.
Mas agora ela já está acostumada a estar casada com um cabeça de vento. Outro dia a Renata comentou que gostava de uma música do Johnny Cash. Já que three times is the charm minha última gravaçãozinha no Audacity, Solitary Man:
Originalmente é do Neil Diamond, mas eu só conheço a versão do Johnny Cash.
Eu voltei do mestrado gostando muito de tocar violão, graças as parcerias feitas em Porto Alegre (Lucas e Diogo).
A Rê gosta muito de música e ela me apresentou muita coisa legal. Devo dizer que meu conhecimento musical aumentou horrores por sua causa.
Certa vez querendo agradar aprendi uma música e fui fazer uma serenata. Era uma música que ela me mostrou e achavamos divertida. Não entendi por que minha apresentação não fez sucesso até me tocar da letra:
"And I would rather be anywhere else
But here today"
Oliver's Army - Elvis Costello
Ok, todo mundo pode cometer um deslize, foi bobagem. Algum tempo depois aprendo outra música que ela me mostrou e eu achava muito legal. Lá vou eu de novo para meu Gig romântico.
"Send me dead flowers by the mail
Send me dead flowers to my wedding
And I wont forget to put roses on your grave"
Dead Flowers - Rolling Stones
Putz, errar é humano, persistir no erro é burrice, mas como eu sou brasileiro e não desisto nunca... tá eu sou uma besta.
Mas agora ela já está acostumada a estar casada com um cabeça de vento. Outro dia a Renata comentou que gostava de uma música do Johnny Cash. Já que three times is the charm minha última gravaçãozinha no Audacity, Solitary Man:
Originalmente é do Neil Diamond, mas eu só conheço a versão do Johnny Cash.
sábado, 31 de janeiro de 2009
O Som
Nesse post aqui eu coloquei uma música no blog. Eu falei que ia contar como faz e pode ser legal deixar documentado caso alguém queira no futuro, inclusive eu.
Bem, meu google-fu demorou para funcionar e eu já estava desistindo, mas ai encontrei uma referência ao google gadgets (olha só) e lá veio o google para o resgate novamente.
Clique aqui para ver o MP3 Player simpático que coloquei na minha página.
Ai é só seguir o botão "Adicionar à sua página da web", inserir o link pra música (é tem que estar em algum lugar on-line), mexer nas configurações para ficar mais a sua cara e clicar no "Obter código". Vai aparecer um código html que você copia e cola na sua página e era isso.
Espero que ajude alguém.
Bem, meu google-fu demorou para funcionar e eu já estava desistindo, mas ai encontrei uma referência ao google gadgets (olha só) e lá veio o google para o resgate novamente.
Clique aqui para ver o MP3 Player simpático que coloquei na minha página.
Ai é só seguir o botão "Adicionar à sua página da web", inserir o link pra música (é tem que estar em algum lugar on-line), mexer nas configurações para ficar mais a sua cara e clicar no "Obter código". Vai aparecer um código html que você copia e cola na sua página e era isso.
Espero que ajude alguém.
sexta-feira, 30 de janeiro de 2009
Cantor Fonético
Numa conversa com uma amiga por MSN hoje eu contei que estava ouvindo música em japonês (uma rádio de música de anime). Como eu não entendo a língua a música não me distrai e de tabela dá uma disfarçada na barulheira ambiente (morar perto de 2 avenidas em São Paulo é uma droga).
Pois ela revelou que para ela essa estratégia não funciona pois ela canta junto.
Fiquei até com medo de perguntar, mas não resisti e no final veio a constatação: MINHA AMIGA É UMA CANTORA FONÉTICA!!! Sabe daquelas pessoas que cantam em nhamnhamnhês pronunciando alguma coisa parecida com o som.
E ai veio o problema, eu sou daqueles que sentem vergonha pelos outros. Todo mundo conhece alguém que parece não ter vergonha de fazer os maiores despropósitos, pois bem, não é assim que funciona, na verdade tem alguém sentindo MUUUUUUUUUUUUUITA vergonha pela panaquice que o outro aprontou. Então, o coitado com vergonha sou eu.
Muita gente comenta da menina do Big Brother, mas eu acho esse mais legal:
Outra legal de cantores fonéticos é o projeto Basta de estopa clique no nome e confira.
Hora de respirar fundo, passar a vergonha e voltar ao trabalho.
Pois ela revelou que para ela essa estratégia não funciona pois ela canta junto.
Fiquei até com medo de perguntar, mas não resisti e no final veio a constatação: MINHA AMIGA É UMA CANTORA FONÉTICA!!! Sabe daquelas pessoas que cantam em nhamnhamnhês pronunciando alguma coisa parecida com o som.
E ai veio o problema, eu sou daqueles que sentem vergonha pelos outros. Todo mundo conhece alguém que parece não ter vergonha de fazer os maiores despropósitos, pois bem, não é assim que funciona, na verdade tem alguém sentindo MUUUUUUUUUUUUUITA vergonha pela panaquice que o outro aprontou. Então, o coitado com vergonha sou eu.
Muita gente comenta da menina do Big Brother, mas eu acho esse mais legal:
Outra legal de cantores fonéticos é o projeto Basta de estopa clique no nome e confira.
Hora de respirar fundo, passar a vergonha e voltar ao trabalho.
quarta-feira, 28 de janeiro de 2009
The Pusher
Estava aqui enrolando pra começar a trabalhar, ai quando me dei conta a Carmem tinha pulado no meu colo. Antes que alguém pense mal de mim, aqui está uma foto de corpo inteiro da Carmem.
Quer saber mais sobre ela, clique na foto.
Pensei cá comigo, já que hoje é dia de ficar por aqui e não deve rolar muita coisa pra escrever, vamos unir o inútil ao agradável e passar um pouco de vergonha.
Liguei o Audacity, botei o microfone na perna e o resultado está embaixo. Até que o microfone capturou o som muito melhor do que eu imaginava, mas as habilidades do artista deixam a desejar.
A música chama The Pusher, segundo a wikipedia é do Hoyt Axto, mas ficou famosa com uma vesão do Steppenwolf. A versão que eu gosto (e tento imitar) é do Blind Melon.
PS: Putz, gastei mais tempo tentando descobrir como colocar a música pra tocar on-line do que fazendo todo o resto. Depois escrevo como foi a experiência, mas só pra adiantar, novamente o google vem para o resgate. Se alguém quiser o arquivo (por algum motivo bizarro: http://dl.getdropbox.com/u/780086/The%20Pusher.mp3).
Hora de trabalhar!!!
Pensei cá comigo, já que hoje é dia de ficar por aqui e não deve rolar muita coisa pra escrever, vamos unir o inútil ao agradável e passar um pouco de vergonha.
Liguei o Audacity, botei o microfone na perna e o resultado está embaixo. Até que o microfone capturou o som muito melhor do que eu imaginava, mas as habilidades do artista deixam a desejar.
A música chama The Pusher, segundo a wikipedia é do Hoyt Axto, mas ficou famosa com uma vesão do Steppenwolf. A versão que eu gosto (e tento imitar) é do Blind Melon.
PS: Putz, gastei mais tempo tentando descobrir como colocar a música pra tocar on-line do que fazendo todo o resto. Depois escrevo como foi a experiência, mas só pra adiantar, novamente o google vem para o resgate. Se alguém quiser o arquivo (por algum motivo bizarro: http://dl.getdropbox.com/u/780086/The%20Pusher.mp3).
Hora de trabalhar!!!
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