Fazia tempo que eu tava tentando gravar o vídeo e audio do Gabriel via Skype e finalmente consegui.
Tudo que precisei no Ubuntu Netbook Remix 10.04 foi um aplicativo chamado recordmydesktop e do controle de volume do pulseaudio.
Ai é só por o skype pra funcionar, gravar e direcionar o som da entrada para o programa, como eu faço no começo do vídeo.
Mas o mais importante é o resultado, uma aulinha de anatomia com o Gabriel, via Skype.
Todo mundo sabe que tudo começa em uma taverna. Velhinhos misteriosos são opcionais, mas a taverna é essencial. Mas isso é um blog raios, não dá pra ser blogueiro numa taverna. Então aqui estamos em uma Cybertaverna, enjoy. No cardápio, RPG, tecnologia, música, bebidas, fantasia e o que mais me der na telha.
quinta-feira, 10 de junho de 2010
quarta-feira, 2 de junho de 2010
Festa do Pinhão
Fui ontem conhecer a festa do pinhão. Caramba, como aquilo é grande, não tinha noção. A diversidade de atrações também era impressionante. Sair de casa foi a parte mais complicada, não tinha chegado ao final do quarteirão e meu nariz parecia que ia cair.
Acho que tem alguma adaptação que ainda não passei, as pessoas na rua pareciam menos agasalhadas do que eu.


Tinha até um parquinho de diversões lá dentro.

Parte da adaptação ao frio deve ser encher o bucho de álcool, depois de um Choconhaque já me senti melhor. Devo dizer que choconhaque ganha pontos pelo nome e conceito, mas a realização deixava a desejar, tava mais pra nescaunhaque, meio aguado.
Um dos interesses era aproveitar a culinária local, mas como todas as festas desse tipo, acho que não são o melhor lugar pra isso. Os comes caros e não tão bons. O entrevero da cantina do CAV é melhor que o que peguei na festa (bem mais barato também). Talvez o fato de ter pego um x-entrevero tenha prejudicado a experiência, mas achei bizarro demais para não tentar.

Impressionante a quantidade de barracas de drinks, principalmente caipirinhas de pinga, vodka,vinho, preparadas no copo, liquidificador, pilão e o mais legal: BETONEIRA.

Foi divertido, principalmente a final da 18a Sapecada da Canção Nativa, com diversos grupos cantando diversos estilos regionais. Quando comentei com uns amigos que qualquer um pode entrar na parte amadora do festival eles até mostraram interesse em participar, mas acho que corremos um sério risco de apanhar da gauderiada com nosso tema: “Venha com tesão pra festa do pinhão”.

A pouco fui informado pelos meus alunos que a música que eu tinha gostado não ganhou. Uma pena.
Acho que tem alguma adaptação que ainda não passei, as pessoas na rua pareciam menos agasalhadas do que eu.


Tinha até um parquinho de diversões lá dentro.

Parte da adaptação ao frio deve ser encher o bucho de álcool, depois de um Choconhaque já me senti melhor. Devo dizer que choconhaque ganha pontos pelo nome e conceito, mas a realização deixava a desejar, tava mais pra nescaunhaque, meio aguado.
Um dos interesses era aproveitar a culinária local, mas como todas as festas desse tipo, acho que não são o melhor lugar pra isso. Os comes caros e não tão bons. O entrevero da cantina do CAV é melhor que o que peguei na festa (bem mais barato também). Talvez o fato de ter pego um x-entrevero tenha prejudicado a experiência, mas achei bizarro demais para não tentar.

Impressionante a quantidade de barracas de drinks, principalmente caipirinhas de pinga, vodka,vinho, preparadas no copo, liquidificador, pilão e o mais legal: BETONEIRA.

Foi divertido, principalmente a final da 18a Sapecada da Canção Nativa, com diversos grupos cantando diversos estilos regionais. Quando comentei com uns amigos que qualquer um pode entrar na parte amadora do festival eles até mostraram interesse em participar, mas acho que corremos um sério risco de apanhar da gauderiada com nosso tema: “Venha com tesão pra festa do pinhão”.

A pouco fui informado pelos meus alunos que a música que eu tinha gostado não ganhou. Uma pena.
quinta-feira, 20 de maio de 2010
Mal estar
Chegando em Lages esta semana peguei um táxi por causa do horário e da chuva.
Conversa vai com o motorista e ele acaba falando:
"Sou contador, mas faz 3 anos que me viro dirigindo táxi. Está difícil emprego em Lages."
Hoje tive um tempinho pra matar (coisa rara ultimamente), encontrei uma locadora e resolvi pegar um filme. Conversando um pouco com o cara que me atendeu:
"O horário aqui é de matar, trabalho quase todo dia inclusive sábados e domingos. Isso quando não estou dando aula."
Aula?
"Sou professor, mas tenho que me virar atendendo na locadora e dando aula particular."
Na hora do almoço um colega confessa:
"Os governadores de Santa Catarina só ligam para o litoral. Para eles o interior acaba em Blumenau."
Fiquei até com uma sensação ruim de estar gostando de Lages.
Conversa vai com o motorista e ele acaba falando:
"Sou contador, mas faz 3 anos que me viro dirigindo táxi. Está difícil emprego em Lages."
Hoje tive um tempinho pra matar (coisa rara ultimamente), encontrei uma locadora e resolvi pegar um filme. Conversando um pouco com o cara que me atendeu:
"O horário aqui é de matar, trabalho quase todo dia inclusive sábados e domingos. Isso quando não estou dando aula."
Aula?
"Sou professor, mas tenho que me virar atendendo na locadora e dando aula particular."
Na hora do almoço um colega confessa:
"Os governadores de Santa Catarina só ligam para o litoral. Para eles o interior acaba em Blumenau."
Fiquei até com uma sensação ruim de estar gostando de Lages.
quinta-feira, 13 de maio de 2010
LG Cookie como modem no Ubuntu
Comprei recentemente um LG Cookie (KP570 ou KP500). Para aproveitar melhor o aparelho peguei um plano de dado na operadora. Pra essa vida de viajante ele é uma mão na roda, twittar da estrada ajuda a passar o tempo.
Outro dia consegui usar o Celular como modem para o computador, isso abre várias possibilidades nessa vida. Entretanto isso só era possível no Ruindows Vista e quem me acompanha sabe que faz uns anos (ou pelo menos 1 ano) que virei entusiasta do software livre.
Hoje exercitei o google-fu e consegui colocar o aparelho para funcionar.
O artigo que ajudou horrores para tudo funcionar foi esse aqui do Jun Auza em 2008.
Li relatos que teve gente rodando o LG como modem de maneira mais direta, infelizmente pra mim não funcionou.
Precisei de um acesso diferente para instalar os programas necessários e encontrar ajuda on-line.
Primeiro instalar o wvdial e o gnome-ppp:
Liguei o aparelho pelo cabo USB e selecionei PCSuite nas opções de conexão.
Para identificar o celular, numa janela do terminal digitei: lsusb
Bus 004 Device 001: ID 1d6b:0001 Linux Foundation 1.1 root hub
Bus 003 Device 008: ID 1004:6000 LG Electronics, Inc. VX4400/VX6000 Cellphone
Bus 003 Device 001: ID 1d6b:0001 Linux Foundation 1.1 root hub
Os números depois do ID são o vendor e product. Pelo que entendi precisa registrar uma porta serial para o aparelho:
Substitua o 1004 e 6000 pelos seus próprios vendor e product, 0x é pra indicar que o número é hexadecimal.
Depois disso digite: wvdialconf create
ele deve retornar algo como:
Veja a localização e velocidade do modem, no meu caso, /dev/ttyACM1 e Speed 460800
A partir do terminal, editei a configuração do wvdial: sudo gedit /etc/wvdial.conf
Com uma ajudinha do pessoal do VivaoLinux a minha configuração ficou assim:
Tentei conectar com o wvdial primeiro e com o gnome-ppp, não deu muito certo, dava uns erros de permissão.
No final me enchi e rodei o gnome-ppp como sudo (no terminal: sudo gnome-ppp). Conectou, mas não carregava nada. Desconectei, coloquei o OpenDNS (208.67.222.222, 208.67.220.220) como DNS primário e secundário e pronto, estamos conectados.
Hoje a noite (espero) vou internetar de casa no meu Ubuntu.
________________
EDIT: Rodando de casa. Não é uma SUUUUUUUUUUUUUUPER conexão, mas quebra um galhão. Curiosamente consegui conectar sem ser super usuário (sudo), mas tenho a impressão que fica bem mais rápido do outro jeito, talvez algum problema de permissão que o sudo possa ignorar.
Outro dia consegui usar o Celular como modem para o computador, isso abre várias possibilidades nessa vida. Entretanto isso só era possível no Ruindows Vista e quem me acompanha sabe que faz uns anos (ou pelo menos 1 ano) que virei entusiasta do software livre.
Hoje exercitei o google-fu e consegui colocar o aparelho para funcionar.
O artigo que ajudou horrores para tudo funcionar foi esse aqui do Jun Auza em 2008.
Li relatos que teve gente rodando o LG como modem de maneira mais direta, infelizmente pra mim não funcionou.
Precisei de um acesso diferente para instalar os programas necessários e encontrar ajuda on-line.
Primeiro instalar o wvdial e o gnome-ppp:
>sudo apt-get install wvdial
>sudo apt-get install gnome-ppp
Liguei o aparelho pelo cabo USB e selecionei PCSuite nas opções de conexão.
Para identificar o celular, numa janela do terminal digitei: lsusb
Bus 004 Device 001: ID 1d6b:0001 Linux Foundation 1.1 root hub
Bus 003 Device 008: ID 1004:6000 LG Electronics, Inc. VX4400/VX6000 Cellphone
Bus 003 Device 001: ID 1d6b:0001 Linux Foundation 1.1 root hub
Os números depois do ID são o vendor e product. Pelo que entendi precisa registrar uma porta serial para o aparelho:
sudo /sbin/modprobe usbserial vendor=0x1004 product=0x6000
Substitua o 1004 e 6000 pelos seus próprios vendor e product, 0x é pra indicar que o número é hexadecimal.
Depois disso digite: wvdialconf create
ele deve retornar algo como:
Editing `create'.
Scanning your serial ports for a modem.
Modem Port Scan<*1>: S0 S1 S2 S3
ttyACM0: Device or resource busy
Modem Port Scan<*1>: ACM0
WvModem<*1>: Cannot get information for serial port.
ttyACM1<*1>: ATQ0 V1 E1 -- OK
ttyACM1<*1>: ATQ0 V1 E1 Z -- OK
ttyACM1<*1>: ATQ0 V1 E1 S0=0 -- OK
ttyACM1<*1>: ATQ0 V1 E1 S0=0 &C1 -- OK
ttyACM1<*1>: ATQ0 V1 E1 S0=0 &C1 &D2 -- OK
ttyACM1<*1>: ATQ0 V1 E1 S0=0 &C1 &D2 +FCLASS=0 -- ERROR
ttyACM1<*1>: Modem Identifier: ATI -- LG Elec.
ttyACM1<*1>: Speed 4800: AT -- OK
ttyACM1<*1>: Speed 9600: AT -- OK
ttyACM1<*1>: Speed 19200: AT -- OK
ttyACM1<*1>: Speed 38400: AT -- OK
ttyACM1<*1>: Speed 57600: AT -- OK
ttyACM1<*1>: Speed 115200: AT -- OK
ttyACM1<*1>: Speed 230400: AT -- OK
ttyACM1<*1>: Speed 460800: AT -- OK
ttyACM1<*1>: Max speed is 460800; that should be safe.
ttyACM1<*1>: ATQ0 V1 E1 S0=0 &C1 &D2 -- OK
WvModem<*1>: Cannot get information for serial port.
ttyUSB0<*1>: ATQ0 V1 E1 -- OK
ttyUSB0<*1>: ATQ0 V1 E1 Z -- OK
ttyUSB0<*1>: ATQ0 V1 E1 S0=0 -- OK
ttyUSB0<*1>: ATQ0 V1 E1 S0=0 &C1 -- OK
ttyUSB0<*1>: ATQ0 V1 E1 S0=0 &C1 &D2 -- OK
ttyUSB0<*1>: ATQ0 V1 E1 S0=0 &C1 &D2 +FCLASS=0 -- ERROR
ttyUSB0<*1>: Modem Identifier: ATI -- LG Elec.
ttyUSB0<*1>: Speed 9600: AT -- OK
ttyUSB0<*1>: Max speed is 9600; that should be safe.
ttyUSB0<*1>: ATQ0 V1 E1 S0=0 &C1 &D2 -- OK
Found an USB modem on /dev/ttyACM1.
Modem configuration written to create.
ttyACM1: Speed 460800; init "ATQ0 V1 E1 S0=0 &C1 &D2"
ttyUSB0: Speed 9600; init "ATQ0 V1 E1 S0=0 &C1 &D2"
Veja a localização e velocidade do modem, no meu caso, /dev/ttyACM1 e Speed 460800
A partir do terminal, editei a configuração do wvdial: sudo gedit /etc/wvdial.conf
Com uma ajudinha do pessoal do VivaoLinux a minha configuração ficou assim:
[Dialer Defaults]
Modem = /dev/ttyACM0
Baud = 460800
DialCommand = ATDT
Check Def Route = on
FlowControl = Hardware(CRTSCTS)
Username = tim
Password = tim
Phone = *99#
Stupid mode = 1
Auto Reconnect = on
Auto DNS = on
Init1 = ATZ
Init2 = ATQ0 V1 E1 S0=0 &C1 &D2
Init3 = AT+CGDCONT=1,"IP","tim.com.br"
ISDN = 0
Modem Type = Analog Modem
Tentei conectar com o wvdial primeiro e com o gnome-ppp, não deu muito certo, dava uns erros de permissão.
No final me enchi e rodei o gnome-ppp como sudo (no terminal: sudo gnome-ppp). Conectou, mas não carregava nada. Desconectei, coloquei o OpenDNS (208.67.222.222, 208.67.220.220) como DNS primário e secundário e pronto, estamos conectados.
Hoje a noite (espero) vou internetar de casa no meu Ubuntu.
________________
EDIT: Rodando de casa. Não é uma SUUUUUUUUUUUUUUPER conexão, mas quebra um galhão. Curiosamente consegui conectar sem ser super usuário (sudo), mas tenho a impressão que fica bem mais rápido do outro jeito, talvez algum problema de permissão que o sudo possa ignorar.
sexta-feira, 7 de maio de 2010
Frohsinn
Continuando com a viagem relâmpago até Blumenau, segue o nosso objetivo, comida.
Fomos ao Frohsinn, um restaurante famoso e com uma vista fantástica da cidade.


O couvert era superfaturado, uns pãezinhos com pastinhas, nada especial por R$7/cabeça.

O chopp não filtrado da Das Bier, choperia da região era muito bom.

A comida era boa mas devo dizer que a Cantina Alemã em Campinas continua imbatível no primeiro lugar.
O Frohsinn tem um segundo lugar com o Dier Meister Stub, ganha pela vista, mas perde pelo preço.

A vista de dentro do restaurante é mais impressionante e o local é super agradável. Quando a vontade de comida alemã bater é uma saída melhor do que pegar um avião pra Campinas. Vale muito como conjunto da obra, local e comida, mas é carinho. Quem conhece sabe que eu e a Re somos comedidos e ainda assim saiu R$50 por cabeça comendo bem, nem coube a sobremesa. Em uma próxima visita sai o couvert e entra um apfelstrudel.
Fomos ao Frohsinn, um restaurante famoso e com uma vista fantástica da cidade.


O couvert era superfaturado, uns pãezinhos com pastinhas, nada especial por R$7/cabeça.

O chopp não filtrado da Das Bier, choperia da região era muito bom.

A comida era boa mas devo dizer que a Cantina Alemã em Campinas continua imbatível no primeiro lugar.
O Frohsinn tem um segundo lugar com o Dier Meister Stub, ganha pela vista, mas perde pelo preço.

A vista de dentro do restaurante é mais impressionante e o local é super agradável. Quando a vontade de comida alemã bater é uma saída melhor do que pegar um avião pra Campinas. Vale muito como conjunto da obra, local e comida, mas é carinho. Quem conhece sabe que eu e a Re somos comedidos e ainda assim saiu R$50 por cabeça comendo bem, nem coube a sobremesa. Em uma próxima visita sai o couvert e entra um apfelstrudel.
terça-feira, 4 de maio de 2010
Parabéns para a Mi
Post atrasado uns dias. Não consegui colocar no dia porque estava na festa, depois foi falta da conjunção certa pra pegar as fotos do celular e ter acesso à internet disponível.
Devemos muito da nossa vinda para SC aos meus primos Júlio e Michele. Os dois ajudaram demais em todos os aspectos, até nos apossamos do quarto das filhas deles por um tempo.
Em comemoração teve esse domingo uma festa em família, segundo a Sophia (4 anos), sem graça, nem tinha balão. Mas não vi nenhum adulto reclamando, afinal acho que todo mundo ali trocava fácil os balões pelo almoço preparado pelo Júlio.

A Mi não podia ter nascido em dia mais adequado, Primeiro de Maio, Dia do Trabalho. Nunca vi tanta disposição junta. Nem no aniversário ela tem um descanso e olha ela lá ajudando a preparar o almoço.

Obra na mesa e o o grande Mestre Cuca Julinho tem que conter a horda faminta enquanto finaliza o prato.

Acho que no fundo a Sophia só acha sem graça por que ela não pode comer camarão. Mas festa de gente grande é assim, não tem salgadinho, nem palhaço, nem balão e a gente canta parabéns quando chega a paella chega na mesa e fica muito feliz de poder estar comemorando esses momentos especiais com quem a gente gosta.

Parabéns Mi, desculpa o atraso.
Devemos muito da nossa vinda para SC aos meus primos Júlio e Michele. Os dois ajudaram demais em todos os aspectos, até nos apossamos do quarto das filhas deles por um tempo.
Em comemoração teve esse domingo uma festa em família, segundo a Sophia (4 anos), sem graça, nem tinha balão. Mas não vi nenhum adulto reclamando, afinal acho que todo mundo ali trocava fácil os balões pelo almoço preparado pelo Júlio.

A Mi não podia ter nascido em dia mais adequado, Primeiro de Maio, Dia do Trabalho. Nunca vi tanta disposição junta. Nem no aniversário ela tem um descanso e olha ela lá ajudando a preparar o almoço.

Obra na mesa e o o grande Mestre Cuca Julinho tem que conter a horda faminta enquanto finaliza o prato.

Acho que no fundo a Sophia só acha sem graça por que ela não pode comer camarão. Mas festa de gente grande é assim, não tem salgadinho, nem palhaço, nem balão e a gente canta parabéns quando chega a paella chega na mesa e fica muito feliz de poder estar comemorando esses momentos especiais com quem a gente gosta.

Parabéns Mi, desculpa o atraso.
Gato no barril
Experiências valem mais que presentes. Não encontro o artigo científico que usou escalas de satisfação para avaliar se pessoas ficavam mais felizes gastando dinheiro em experiências (restaurantes, passeios, cinema) ou presentes materiais (bolsas, roupas celulares). Mas depos de um estranhamento com a conclusão devo dizer que concordo.
Parte desse resultado se deve ao fato que bens materiais geram um pico de satisfação quando adquiridos, mas depois a satisfação só diminui. Quantas vezes você não ficou feliz com um celular (ou outro aparelho eletrônico) novo, só para imediatamente se questionar se não fez um negócio ruim, quem sabe outro modelo, ou encontrou outro mais barato?
Por outro lado experiências não geram essa insatisfação. Dificilmente um restaurante vai gerar esse mesmo nível de insatisfação. Mesmo restaurantes ruins, feios, ou com algum problema podem gerar boas histórias para contar. O chantili congelado da La Risotteria Alessandro Segato, que eles chamavam de panacota (referência ao panaca que paga por aquilo), que não me deixa mentir.
Tudo isso para falar de uma fuga sugerida pela esposa e realizada no último sábado. Num ímpeto de não saber onde almoçar veio a idéia:
Viagem rápida até Blumenau no dia do trabalho em busca de joelho de porco. A comida e mais sobre a viagem, comento depois, primeiro fica aqui o registro do gato que estava no Museu da Cerveja.
A mulher que estava cuidando do local cutucou o coitado pra ele olhar pra foto.


PS: Para quem não sabe, esse gato é idêntico à Tsu, a gata que compete com o Gabriel pelo comando da Dona Joana (minha mãe).
Parte desse resultado se deve ao fato que bens materiais geram um pico de satisfação quando adquiridos, mas depois a satisfação só diminui. Quantas vezes você não ficou feliz com um celular (ou outro aparelho eletrônico) novo, só para imediatamente se questionar se não fez um negócio ruim, quem sabe outro modelo, ou encontrou outro mais barato?
Por outro lado experiências não geram essa insatisfação. Dificilmente um restaurante vai gerar esse mesmo nível de insatisfação. Mesmo restaurantes ruins, feios, ou com algum problema podem gerar boas histórias para contar. O chantili congelado da La Risotteria Alessandro Segato, que eles chamavam de panacota (referência ao panaca que paga por aquilo), que não me deixa mentir.
Tudo isso para falar de uma fuga sugerida pela esposa e realizada no último sábado. Num ímpeto de não saber onde almoçar veio a idéia:
Ela: "Vamos comer comida alemã?"
Eu que adoro comida alemã: "Onde?"
Ela: "Tem um restaurante em Blumenau..."
Viagem rápida até Blumenau no dia do trabalho em busca de joelho de porco. A comida e mais sobre a viagem, comento depois, primeiro fica aqui o registro do gato que estava no Museu da Cerveja.
A mulher que estava cuidando do local cutucou o coitado pra ele olhar pra foto.

PS: Para quem não sabe, esse gato é idêntico à Tsu, a gata que compete com o Gabriel pelo comando da Dona Joana (minha mãe).
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