Faz um tempo comecei a usar o Ubuntu Linux e a advocar pelo software livre para todos meus conhecidos.
Recentemente os Windows nos laptops da Re e do meu irmão estavam dando muito trabalho, atendendo a pedidos e com um pouco de forçassão de barra da minha parte instalei o Ubuntu para eles também.
Como meu irmão só queria um computador para o geral, internet e office, não teve problema algum até agora, são coisas que o Ubuntu faz muito melhor que o windows.
O que começou a azedar foi a Apple. O Ubuntu vai muito bem obrigado no que é livre, nos códigos abertos, entretanto nas particularidades a coisa vai cano abaixo.
Não existe software decente para gerenciar iPod no Ubuntu. Como os bancos de dados e códigos do iPod são proprietário a maioria dos programas para gerenciar apresenta um ou outro problema.
Rhytmbox é uma droga para gerenciar playlist.
GTKPod não permite alterar a ordem das músicas em uma playlist e não tem um player embutido.
Vendo as opções a Re encontrou o YamiPod. Parecia a coisa mais interessante, mas a instalação foi um caos.
INSTALANDO O YAMIPOD
O YamiPod depende da biblioteca libstdc++5. Infelizmente no Ubuntu 9.10 ela foi substituída pela libstdc++6. Encontrei como concertar essa dependência aqui.
É fácil, basta baixar a biblioteca da versão anterior e instalar. Eu peguei aqui no depositório do Ubuntu.
Um problema é que o Yami tem que ter o ipod com o banco de dados no formato do iTunes, então se tiver aberto em outro programa ele não reconhece. É importante que seja uma versão 8 ou antes do iTunes, pois na 9 foi mudado o formato do banco de dados e o Yami não reconhece mais. Eu não sabia disso primeiro então instalei o iTunes 9, fiz tudo errado, desinstalei, instalei a versão 8 e ai foi tudo ok.
Peguei a versão anterior do iTunes aqui e instalei na minha partição do Windows. Rodei uma vez o iTunes com o meu iPod e o Yami reconheceu.
Realmente parece ter todos as características que a Renata queria para usar o iPod, um problema a menos para usar o Ubuntu.
Todo mundo sabe que tudo começa em uma taverna. Velhinhos misteriosos são opcionais, mas a taverna é essencial. Mas isso é um blog raios, não dá pra ser blogueiro numa taverna. Então aqui estamos em uma Cybertaverna, enjoy. No cardápio, RPG, tecnologia, música, bebidas, fantasia e o que mais me der na telha.
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
Julie & Julia
Fui assistir hoje Julie & Julia. Demos sorte que ainda está passando no cinema aqui em Bauru. Em São Paulo já saiu de cartaz faz tempo.
O filme é bem atual, intercala trechos das histórias de Julia Child, autora de livros de culinária e show de TV americana, e Julie, funcionária do serviço público americano, frustada com a vida que toma como projeto fazer em um ano todas as 500+ receitas do livro Mastering the Art of French Cooking de autoria da primeira e blogar a respeito.
O blog de Julie virou livro, que inspirou o filme.
O filme retrata bem outra coisa, o quanto é frustante a rotina de Julie no começo e como o blog/projeto vai servindo de escape e de saída.
Acho muito bacana como a internet permite essa conversa entre mídias. Blog que vira livro que vira filme. Qualquer um pode vir aqui e escrever o que quiser, muitos ficam como eu, mandando mensagens em garrafas que pouca gente lê, provavelmente se eu mandasse esses posts como email para família e amigos teria mais leitores, mas gosto que isso fique aqui disponível.
Já falei antes, uso esse blog um tanto como uma memória auxiliar, penso em quanta conversa legal que tive e as palavras vão se perder para sempre. Não que isso aqui seja permanente, mas é bem melhor que a minha memória e o mecanismo de busca, tags ajudam horrores.
Mas algumas pessoas tem coisas interessantes para falar e escrever. Gostei do filme por todas essas coisas, quem tiver oportunidade assista.
O filme é bem atual, intercala trechos das histórias de Julia Child, autora de livros de culinária e show de TV americana, e Julie, funcionária do serviço público americano, frustada com a vida que toma como projeto fazer em um ano todas as 500+ receitas do livro Mastering the Art of French Cooking de autoria da primeira e blogar a respeito.
O blog de Julie virou livro, que inspirou o filme.
O filme retrata bem outra coisa, o quanto é frustante a rotina de Julie no começo e como o blog/projeto vai servindo de escape e de saída.
Acho muito bacana como a internet permite essa conversa entre mídias. Blog que vira livro que vira filme. Qualquer um pode vir aqui e escrever o que quiser, muitos ficam como eu, mandando mensagens em garrafas que pouca gente lê, provavelmente se eu mandasse esses posts como email para família e amigos teria mais leitores, mas gosto que isso fique aqui disponível.
Já falei antes, uso esse blog um tanto como uma memória auxiliar, penso em quanta conversa legal que tive e as palavras vão se perder para sempre. Não que isso aqui seja permanente, mas é bem melhor que a minha memória e o mecanismo de busca, tags ajudam horrores.
Mas algumas pessoas tem coisas interessantes para falar e escrever. Gostei do filme por todas essas coisas, quem tiver oportunidade assista.
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
Vou economizar 30 mangos
Não sei se vocês lembram/conhecem o Ursulão. Personagem de desenhos animados do Walter Lantz, pai de uma família urso que tinha o mote de em todo episódios "economizar 30 mangos" e fazer ele mesmo algum conserto na casa, com resultados desastrosos.
Muitos homens tem síndrome de ursulão, passada de pai pra filho. No meu caso a síndrome não veio acompanhada da habilidade do velho. Felizmente não veio também o instinto remendão. Para evitar maiores problemas eu e meu irmão temos um pacto: O primeiro que usar um teco de pneu pra consertar alguma coisa o outro tem o dever de eliminá-lo com um tiro na nuca, pra poupar a família do desgosto.
Enquanto o pneu não vem, decidimos exercitar o ursulão interior e economizar 30 mangos.
Estou acampado temporariamente na casa da minha mãe. Quando eu fui embora levei a minha cadeira de estudo restando apenas uma. Um de nós ficava relegado ao banquinho, uma desgraça pra ficar muito tempo.
Para resolver fui atrás de uma cadeira pra mim. Foi um choque, cadeiras de escritório custam uma fábula, desisti.
Curiosamente, buscando um móvel de escritório pra minha mãe encontramos na Etna e na Leroy Merlin uma cadeira de jardim muito confortável por preço aceitável. Depois de matutar uns dias passei lá com meu irmão e comprei a cadeira (R$160). Um lado bom é que pela cadeira ser dobrável posso levar comigo facilmente quando partir.

Apesar de confortável, dobrável e ajustável, a cadeira não chega na mesa. Mas eu já sabia disso e meu plano era comprar uma bandeja pra apoiar o laptop nela.
Ai bateu o Ursulão.
Ia aproveitar que estávamos na Leroy Merlin para comprar uma madeira pro apoio.
Pilha de descarte é onde tem uns restos de madeira muito mais barato. Compramos uma chapa de MDF descente, 80x25cm por R$2.
Mas o MDF podia soltar farpa, tinha umas quinas. O Gus me levou então em uma loja de produtos de borracha ali na Vital Brasil com a Corifeu. Comprei uma borracha para cobrir a borda do MDF e uma fita de espuma/borracha pra afofar os braços da cadeira. (tudo uns R$18)
Voltamos pra casa e foi o trabalho pra serrar os cantos do MDF e "emborrachá-lo". Eu ia colar, mas o acerto ficou tão justo que a borracha parou sozinha, nem precisou.

Pros braços da cadeira vou arrumar uma fita dupla face depois, ou talvez colar, mas não queria fazer nada permanente por enquanto pro caso da cadeira dar algum problema nos próximos dias.
Estou testando e devo dizer que por enquanto curti horrores a ursulonada. Creio que minha mãe também vai gostar agora que não vai mais ter briga pela cadeira boa.

Abaixo eu preparando esse post.
Muitos homens tem síndrome de ursulão, passada de pai pra filho. No meu caso a síndrome não veio acompanhada da habilidade do velho. Felizmente não veio também o instinto remendão. Para evitar maiores problemas eu e meu irmão temos um pacto: O primeiro que usar um teco de pneu pra consertar alguma coisa o outro tem o dever de eliminá-lo com um tiro na nuca, pra poupar a família do desgosto.
Enquanto o pneu não vem, decidimos exercitar o ursulão interior e economizar 30 mangos.
Estou acampado temporariamente na casa da minha mãe. Quando eu fui embora levei a minha cadeira de estudo restando apenas uma. Um de nós ficava relegado ao banquinho, uma desgraça pra ficar muito tempo.
Para resolver fui atrás de uma cadeira pra mim. Foi um choque, cadeiras de escritório custam uma fábula, desisti.
Curiosamente, buscando um móvel de escritório pra minha mãe encontramos na Etna e na Leroy Merlin uma cadeira de jardim muito confortável por preço aceitável. Depois de matutar uns dias passei lá com meu irmão e comprei a cadeira (R$160). Um lado bom é que pela cadeira ser dobrável posso levar comigo facilmente quando partir.
Apesar de confortável, dobrável e ajustável, a cadeira não chega na mesa. Mas eu já sabia disso e meu plano era comprar uma bandeja pra apoiar o laptop nela.
Ai bateu o Ursulão.
Gus: Mas vai ser difícil encontrar uma bandeja desse tamanho. Por que não fazemos uma.
Dan: Boa.
Ia aproveitar que estávamos na Leroy Merlin para comprar uma madeira pro apoio.
Gus: Vamos olhar na pilha de descarte.
Pilha de descarte é onde tem uns restos de madeira muito mais barato. Compramos uma chapa de MDF descente, 80x25cm por R$2.
Mas o MDF podia soltar farpa, tinha umas quinas. O Gus me levou então em uma loja de produtos de borracha ali na Vital Brasil com a Corifeu. Comprei uma borracha para cobrir a borda do MDF e uma fita de espuma/borracha pra afofar os braços da cadeira. (tudo uns R$18)
Voltamos pra casa e foi o trabalho pra serrar os cantos do MDF e "emborrachá-lo". Eu ia colar, mas o acerto ficou tão justo que a borracha parou sozinha, nem precisou.
Pros braços da cadeira vou arrumar uma fita dupla face depois, ou talvez colar, mas não queria fazer nada permanente por enquanto pro caso da cadeira dar algum problema nos próximos dias.
Estou testando e devo dizer que por enquanto curti horrores a ursulonada. Creio que minha mãe também vai gostar agora que não vai mais ter briga pela cadeira boa.
Abaixo eu preparando esse post.
sábado, 23 de janeiro de 2010
Bueno
Minha primeira impressão do Bueno é que era um lugar só para os iniciados. Eu estava passando batido pela porta fechada quando a Renata me puxou:
"É aqui Dan, 458."
Não vi o número de primeira, era uma porta preta fechada, abrimos e a primeira impressão se desfez. A dupla atendendo são bem simpáticos, uma japonesa boa de conversa e um gaijin que com certeza fala mais japonês do que eu.
Sentamos no balcão e nos explicam que a casa tem uma consumação mínima de R$20 homem, R$15 mulher. Olhando os preços do cardápio dá pra sacar que é fácil gastar isso. Acho que tanto a porta fechada, quanto a consumação é para evitar que alguém trate o local como buteco.
No balcão algumas travessas com as entradas, frango, sardinha, porco, maionese, soja, kimchi (que eles falam kimuti), aspargos com shimeji.
Pedimos uma porção de porco, kimchi e sardinha. O porco é fantástico, o kimchi é apimentado e cai bem com a cerveja, a sardinha tava excelente, mas eu sou suspeito pois adoro sardinha.
Para prato principal foi um TchankoNabe de porco e missô. Um cozido de porco, tofu e vegetais com um caldo temperado com missô. Comida de sumotori (lutador de sumô), nutritiva e gostosa.
Saímos felizes de lá e com vontade de ter comido mais.
Hoje resolvi ir ao Bueno novamente. Infelizmente a Renata está em Bauru, então não pode ir. Chamei a minha mãe e alguns tios aqui de São Paulo. Decidido a fazer um post aqui no blog levei até a câmera pra registrar o momento.
Lá chegando já pedi uma entradinha de porco, aspargos com shimeji e soja. Espero que a casca da soja não faça mal, pois eu já tinha comido algumas quando trouxeram uma cumbuca.
"É pra por as cascas aqui."
É soja verde acho que só cozida com água e sal, descasca e come. Gostoso e lúdico.
Meu tio Paulo comentou que a mãe dele fazia o mesmo tempero do porco.
"Comida com sabor de infância."
Quando chegou todo mundo fomos para os pratos principais. Minha mãe e tia escolheram o tchanko nabe de porco e missô também. Pedimos um picanhadon (tijela com arroz coberto de picanha grelhada) sugestão de comer com shoyu e wasabi. Muito bom, não imaginava que wasabi combinasse tão bem com carne grelhada, anotamos para o próximo churrasco.
Também pedi mais uma entrada de porco para a saída e kimchi.
Foi muito gostoso levar os meus velhinhos para jantar e creio que eles gostaram também.
Quanto as fotos... bem... a hora que as entradas chegaram eu esqueci a máquina no canto e só lembrei no final.

Que pena, terei que ir lá novamente para mais uma rodada de porco, kimchi e cerveja. Quem sabe com uns onigiris para acompanhar.
BUENO - não tem placa e não é muito visível, encontre o número, abra a porta e tenha um ótimo jantar.
Liberdade - São Paulo
(11) 3203-2215
R. Galvão Bueno, 458
Liberdade
São Paulo - SP
Visualizar I Vitelloni em um mapa maior
"É aqui Dan, 458."
Não vi o número de primeira, era uma porta preta fechada, abrimos e a primeira impressão se desfez. A dupla atendendo são bem simpáticos, uma japonesa boa de conversa e um gaijin que com certeza fala mais japonês do que eu.
Sentamos no balcão e nos explicam que a casa tem uma consumação mínima de R$20 homem, R$15 mulher. Olhando os preços do cardápio dá pra sacar que é fácil gastar isso. Acho que tanto a porta fechada, quanto a consumação é para evitar que alguém trate o local como buteco.
No balcão algumas travessas com as entradas, frango, sardinha, porco, maionese, soja, kimchi (que eles falam kimuti), aspargos com shimeji.
Pedimos uma porção de porco, kimchi e sardinha. O porco é fantástico, o kimchi é apimentado e cai bem com a cerveja, a sardinha tava excelente, mas eu sou suspeito pois adoro sardinha.
Para prato principal foi um TchankoNabe de porco e missô. Um cozido de porco, tofu e vegetais com um caldo temperado com missô. Comida de sumotori (lutador de sumô), nutritiva e gostosa.
Saímos felizes de lá e com vontade de ter comido mais.
Hoje resolvi ir ao Bueno novamente. Infelizmente a Renata está em Bauru, então não pode ir. Chamei a minha mãe e alguns tios aqui de São Paulo. Decidido a fazer um post aqui no blog levei até a câmera pra registrar o momento.
Lá chegando já pedi uma entradinha de porco, aspargos com shimeji e soja. Espero que a casca da soja não faça mal, pois eu já tinha comido algumas quando trouxeram uma cumbuca.
"É pra por as cascas aqui."
É soja verde acho que só cozida com água e sal, descasca e come. Gostoso e lúdico.
Meu tio Paulo comentou que a mãe dele fazia o mesmo tempero do porco.
"Comida com sabor de infância."
Quando chegou todo mundo fomos para os pratos principais. Minha mãe e tia escolheram o tchanko nabe de porco e missô também. Pedimos um picanhadon (tijela com arroz coberto de picanha grelhada) sugestão de comer com shoyu e wasabi. Muito bom, não imaginava que wasabi combinasse tão bem com carne grelhada, anotamos para o próximo churrasco.
Também pedi mais uma entrada de porco para a saída e kimchi.
Foi muito gostoso levar os meus velhinhos para jantar e creio que eles gostaram também.
Quanto as fotos... bem... a hora que as entradas chegaram eu esqueci a máquina no canto e só lembrei no final.
Que pena, terei que ir lá novamente para mais uma rodada de porco, kimchi e cerveja. Quem sabe com uns onigiris para acompanhar.
BUENO - não tem placa e não é muito visível, encontre o número, abra a porta e tenha um ótimo jantar.
Liberdade - São Paulo
(11) 3203-2215
R. Galvão Bueno, 458
Liberdade
São Paulo - SP
Visualizar I Vitelloni em um mapa maior
quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
Pensação
Numa tarde de inverno muito, muito fria, um pintinho tentava sem sucesso se esquentar andando de um lado para o outro. De repente, ao passar por trás da vaca a avezinha foi coberto por um monte de estrume fumegante. Finalmente ao se sentir aquecido o pintinho piou alegremente. Um gato que passava por perto ouviu os piados, pegou-o, espanou o excesso de merda e comeu o pintinho.
Moral da história: Nem todo mundo que te caga em cima, tá te sacaneando e nem todo mundo que te tira da merda é pra te ajudar.
Acho que o mesmo é válido para cafés e baldes.
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
Mioooooolos...
Tanto tempo trabalhando com neurocoisas me deixou com o estranho desejo de experimentar cérebro.
O duro era achar algum lugar que cozinhasse. Se eu fizesse em casa e não gostasse ia ficar a dúvida se era culpa da minha falta de habilidade.
Na volta para São Paulo, passamos no Abu-zuz para um sanduíche de faláfel e um de shawarma (é assim que escreve?).
Depois de pedir os sanduiches percebi no cardárpio: Miolos.
Confirmei com o dono do lugar, era miolo de boi mesmo. Pedimos uma porção. Veio um tipo de pasta, que eram os pedaços de miolos cozidos bem temperados, acrecidos de limão e azeite. Comemos com pão.
O veredito: tem gosto de frango. Brincadeirinha.
A primeira consideração, é mole, parece um patê, logo, comer com pão é bom. O gosto parece uma pasta de miúdos, tem um gosto residual de fígado.
Não acho que vou ter desejos incontroláveis de comer cérebro assim novamente. Agora estou curioso para experimentar cérebro frito.
O Abu-zuz tem os melhores sanduíches de shawarma e faláfel de São Paulo, se alguém quiser experimentar, seja os sanduiches ou o prato de cérebro, é só seguir o mapa abaixo.
Exibir mapa ampliado
terça-feira, 19 de janeiro de 2010
Babá com PhD
Estou tirando o atraso com o meu sobrinho. A experiência de mostrar a lingua via Skype foi substituída pelo contato direto e violento quase diário.
Ele é ótimo. Animado, carinhoso e curioso. Fico feliz dele me chamando de Dandan, ele já aprendeu a chamar a Renata de Rê e nos reconhece em fotos.
De vez em quando ele pede pra participar nos jogos de Wii, ainda está longe de ser um campeão do Mario Kart, mas já sabe apertar os botões e fazer "vrummmm" com o controle na mão.
Aqui o Gabriel, usando minhas botas, cinto e fazendo cara de normal.
Ele é ótimo. Animado, carinhoso e curioso. Fico feliz dele me chamando de Dandan, ele já aprendeu a chamar a Renata de Rê e nos reconhece em fotos.
De vez em quando ele pede pra participar nos jogos de Wii, ainda está longe de ser um campeão do Mario Kart, mas já sabe apertar os botões e fazer "vrummmm" com o controle na mão.
Aqui o Gabriel, usando minhas botas, cinto e fazendo cara de normal.
Assinar:
Postagens (Atom)