Tinha gente me perguntando o que era o tal de Twitter. Esse vídeo ajuda a entender um pouco o fenômeno...
...e talvez ajude a sacar porque é bom manter uma certa distância.
Todo mundo sabe que tudo começa em uma taverna. Velhinhos misteriosos são opcionais, mas a taverna é essencial. Mas isso é um blog raios, não dá pra ser blogueiro numa taverna. Então aqui estamos em uma Cybertaverna, enjoy. No cardápio, RPG, tecnologia, música, bebidas, fantasia e o que mais me der na telha.
quinta-feira, 26 de março de 2009
quarta-feira, 25 de março de 2009
Quer foder com o Papa?
Depois que o Papa (Chico) Bento XVI rejeitou o uso de camisinha como ferramenta para conter a epidemia de AIDS na África muita gente deve ter ficado com vontade de mandar-lo tomar naquele lugar.
Pois bem, agora você mesmo pode fazer isso:

Camisinha com imagem do Papa é lançada em Paris
Pois bem, agora você mesmo pode fazer isso:
Camisinha com imagem do Papa é lançada em Paris
I Vitelloni
Tem aqueles lugares que vão se tornando importantes pra gente com o tempo. Fui a primeira vez ao I Vitelloni à muitos anos atrás. Eu era criança e lembro de não ter curtido muito. A pizza era diferente, tinha ingredientes diferentes, que tipo de maluco pensa em secar um tomate e servir com rúcula?!
Uns anos atrás fui novamente com um convite da minha prima Sílvia. Pedimos a pizza de calabresa com coberta (apesar do queijo ficar por baixo) e a quatro queijos. É a melhor pizza quatro queijos que eu já comi. A calabresa varia, como a maioria das opções da casa a calabresa não é muito normal, tem erva doce e nem sempre você está afim de comer uma calabresa com erva doce.
Junto com a Renata retornei várias vezes e experimentei quase todos os sabores que a casa tem a oferecer.
O lugar é muito simpático, a música ambiente é boa tocando muito jazz em um volume bem agradável. No verão é meio quente lá dentro.
Da última vez que fomos pedi uma meia quatro queijos, acho que é a minha favorita:
e meia abobrinha:
Esse paralelepípedo em cima da pizza de abobrinha é um queijo polenguinho, como comentei tem pizzas diferentes lá, mas os sabores são surpreendentes de uma maneira boa.
Outro grande atrativo do I Vitelloni para mim é o sorvete. Aqui também dá pra trombar com vários sabores diferentes, manjericão, canela, capim cideira, rosas, além de coisas mais tradicionais como chocolate com avelãs.
O meu sabor preferido é o de mel, mas sempre que dá peço uma de chocolate. Já a Renata além do mel gosta bastante do de gengibre. Mais de uma vez fomos ao I Vitelloni somente para tomar sorvete, ou no máximo comer uma saladinha de folhas verdes, gorgonzola e pera. Como eu disse, é um lugar para desafiar um pouco o paladar, mas quase sempre com resultados positivos.
É uma pizzaria muito legal e acho que um dos lugares que mais vou sentir falta quando estiver longe.
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terça-feira, 24 de março de 2009
El Mariachi
O El Mariachi é um dos lugares que sentirei falta quando não estiver mais em São Paulo. É um restaurante de comida mexicana muito simpático na Rua dos Pinheiros (veja o mapa no final).
Entre os atrativos (ou não) do lugar tem apresentações de mariachis (esses carinhas cantando)
Quesas, quesas, quesas...
O salão principal foi expandido recentemente e inclusive eles alugam o lugar para festas.
Gostamos de ir lá entre domingo e quarta, são os dias em que alguns dos pratos estão com um bom desconto. O nosso favorito é o Chili com Carne (e o garçom pronuncia xile, não tchili). A comida já vem apimentada, não é insuportavelmente forte, mas o cozinheiro não é daqueles que põe pimenta como se pedisse desculpa. Se não aguenta, vá em outro lugar.
Acompanha uma deliciosa tortilha de trigo e o molho pico de galo que apesar de também apimentado é bem ácido e dá uma equilibrada na pimenta do chili.
Exibir mapa ampliado
Entre os atrativos (ou não) do lugar tem apresentações de mariachis (esses carinhas cantando)
Quesas, quesas, quesas...
O salão principal foi expandido recentemente e inclusive eles alugam o lugar para festas.
Gostamos de ir lá entre domingo e quarta, são os dias em que alguns dos pratos estão com um bom desconto. O nosso favorito é o Chili com Carne (e o garçom pronuncia xile, não tchili). A comida já vem apimentada, não é insuportavelmente forte, mas o cozinheiro não é daqueles que põe pimenta como se pedisse desculpa. Se não aguenta, vá em outro lugar.
Acompanha uma deliciosa tortilha de trigo e o molho pico de galo que apesar de também apimentado é bem ácido e dá uma equilibrada na pimenta do chili.
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segunda-feira, 23 de março de 2009
Tempo pra pensar
Eu sou um ateu declarado, não acredito em céu inferno ou reencarnação. Quando era criança em algumas manhãs de domingo íamos com minha mãe levar minha avó ao cemitério. Não era o meu programa favorito, não entendia por que gastar tempo do meu domingo levando flores ao túmulo do meu avô e tia.
Este ano fazem 10 anos que minha avó faleceu. Quando ela faleceu tive a impressão que ninguém mais faria essas visitas ao cemitério. Curiosamente minha mãe começou a visitar o túmulo da família de vez em quando. Minha mãe também não é uma pessoa religiosa e eu fiquei meio surpreso com isso, fiquei mais surpreso ainda quando eu comecei a acompanhá-la. Primeiro pra ajudar a carregar os vasos, cavar buracos, pegar água, mas logo percebi uma coisa importante.
Não vamos ao cemitério porque os mortos precisam da gente, mas porque nós precisamos deles. Ir ao cemitério providencia um tempo para pensar não só nos que se foram, ou na nossa mortalidade, mas também refletir sobre como estamos agindo com as pessoas que nos cercam. Como cuidar melhor e ser uma pessoa melhor para aqueles de quem gostamos.
Levamos dessa vez umas flores que minha mãe deixou pra enfeitar as mesas na minha despedida. Fizemos essa festa de família e amigos e eu estava insuportável com a minha mãe (com meu pai também) durante os preparativos.
Essa ida ao cemitério me fez refletir um pouco e eu percebi que muito do que me incomoda nessa história é que não queria que eles tivessem a essa altura do campeonato que fazer as coisas por mim. Isso no geral me dá uma sensação muito desconfortável de incompetência.
É idiota e criancice, mas são coisas que eu vou ter que resolver. Pai e mãe nunca vão deixar de ser meus pais e eles sempre vão tentar me ajudar. Saber que tem alguém sempre olhando por mim deveria me dar conforto, não me sentir como um aproveitador ou cobrado ou sei lá o que está passando pela minha cabeça.
De qualquer forma tive uma ótima despedida graças à minha família. Domingo foi dia de me despedir dos que já foram e quem sabe fazer um pouco de paz comigo mesmo e parar de estressar com aqueles que só me querem bem.
Este ano fazem 10 anos que minha avó faleceu. Quando ela faleceu tive a impressão que ninguém mais faria essas visitas ao cemitério. Curiosamente minha mãe começou a visitar o túmulo da família de vez em quando. Minha mãe também não é uma pessoa religiosa e eu fiquei meio surpreso com isso, fiquei mais surpreso ainda quando eu comecei a acompanhá-la. Primeiro pra ajudar a carregar os vasos, cavar buracos, pegar água, mas logo percebi uma coisa importante.
Não vamos ao cemitério porque os mortos precisam da gente, mas porque nós precisamos deles. Ir ao cemitério providencia um tempo para pensar não só nos que se foram, ou na nossa mortalidade, mas também refletir sobre como estamos agindo com as pessoas que nos cercam. Como cuidar melhor e ser uma pessoa melhor para aqueles de quem gostamos.
Levamos dessa vez umas flores que minha mãe deixou pra enfeitar as mesas na minha despedida. Fizemos essa festa de família e amigos e eu estava insuportável com a minha mãe (com meu pai também) durante os preparativos.
Essa ida ao cemitério me fez refletir um pouco e eu percebi que muito do que me incomoda nessa história é que não queria que eles tivessem a essa altura do campeonato que fazer as coisas por mim. Isso no geral me dá uma sensação muito desconfortável de incompetência.
É idiota e criancice, mas são coisas que eu vou ter que resolver. Pai e mãe nunca vão deixar de ser meus pais e eles sempre vão tentar me ajudar. Saber que tem alguém sempre olhando por mim deveria me dar conforto, não me sentir como um aproveitador ou cobrado ou sei lá o que está passando pela minha cabeça.
De qualquer forma tive uma ótima despedida graças à minha família. Domingo foi dia de me despedir dos que já foram e quem sabe fazer um pouco de paz comigo mesmo e parar de estressar com aqueles que só me querem bem.
domingo, 22 de março de 2009
Cabeça de Radio

Hora de dar um cochilinho e daqui a pouco lá vamos nós ao show do RadioHead. A Renata espera por esse momento à 15 anos, eu um tanto menos, mas deve ser o melhor show do ano e nós vamos.
Aproveitar que quem vai abrir é o Los Hermanos e podemos dormir mais uns 5 minutinhos antes de irmos à chácara do Jockei.
Passei na frente do local do show hoje cedo indo ao cemitério (estou preparando um post sobre isso, mas fica pra outra hora) e já estava com uma fila considerável.
O acesso à Chácara do Jockei é meio ruim, espero que a gente consiga lugar pra parar o carro por lá. O estacionamento oficial tem só 3000 lugares, para 30000 ingressos vendidos.
Agora cochilar, daqui a pouco "for a minute there, I lost myself, I lost myseeeeeeeeeeeeelf."
EDITANDO APÓS O SHOW: Foi do caralho!!! 2h30min de show, tocaram muita coisa do novo disco (In Rainbows) e as 3 que me deram arrepios no corpo todo, Karma Police, Fake Plastic Trees e Creep. Creep foi a música que fechou o show, meio triste, mas apropriado terminar o show cantando "I don't belong here".
Acho que o momento mais SHOW do show: Depois de tocar Paranoid Android o público ficou repetindo o backing vocal, o Thom Yorke acompanhou no violão e cantou novamente o trecho final da música.
Hora da partida
Passagem comprada, dia marcado, dentro de exatamente uma semana estarei embarcando para Natal.
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