O problema de verdade, são Eles. A partir do momento que você passa a pensar nEles, a coisa vai mal. Por que Eles, são diferentes de você, Eles são piores, mais burros, mais sujos, mal nascidos.
Quando passa a existir Nós e Eles, ai a casa caiu.
Foi isso que eu percebi da onda de ódio surgida durante e no final das últimas eleições. Essa onda de ódio só é possível quando você separa em Nós e Eles, Eles não sabem o que faz, Eles deveriam voltar pra senzala e parar de atrapalhar, deixando alguém que se preocupa com o bem estar de todos decidir o que é melhor.
O nível de preconceito e ódio mostrado só é possível quando você acredita que o outro não tem os mesmos direitos, os mesmos sentimentos, os mesmos recursos emocionais e perceptivos.
Só isso pra justificar alguém achar que rodeio de gordas é uma boa idéia. Só isso para fazer alguém pedir desculpas dizendo não ter "nada contra aquela gente".
Todo mundo sabe que tudo começa em uma taverna. Velhinhos misteriosos são opcionais, mas a taverna é essencial. Mas isso é um blog raios, não dá pra ser blogueiro numa taverna. Então aqui estamos em uma Cybertaverna, enjoy. No cardápio, RPG, tecnologia, música, bebidas, fantasia e o que mais me der na telha.
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
terça-feira, 26 de outubro de 2010
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
Alzheimer
terça-feira, 5 de outubro de 2010
quarta-feira, 29 de setembro de 2010
Salvo por uma bunda.
Não bem salvo... nem bem uma bunda.
Estava a caminho do TRE pela ciclovia entre Camboriu e Balneário Camboriu. A ciclovia é de duas mãos e ocupa uma das laterais da pista. Estou eu seguindo quando percebo uma van vindo a toda por uma via lateral. Como estou no sentido contrário ao dos carros me preparo para frear, já que o motorista deve estar olhando somente para o outro lado.
Magicamente ele para pegando um pedacinho da faixa de pedestre e até faz sinal para eu seguir. Sigo o olhar dos ocupantes do veículo até um pouco atrás de mim e vejo o alvo deles.
Deixo aqui os meus agradecimentos a senhorita na calçada entre Camboriu e Balneário que simplesmente por caminhar se afastando do local me salvou de alguns ogros motorizados.
Um texto mais apropriado sobre pedal e assédio pode ser lido no blog das Pedalinas.
Estava a caminho do TRE pela ciclovia entre Camboriu e Balneário Camboriu. A ciclovia é de duas mãos e ocupa uma das laterais da pista. Estou eu seguindo quando percebo uma van vindo a toda por uma via lateral. Como estou no sentido contrário ao dos carros me preparo para frear, já que o motorista deve estar olhando somente para o outro lado.
Magicamente ele para pegando um pedacinho da faixa de pedestre e até faz sinal para eu seguir. Sigo o olhar dos ocupantes do veículo até um pouco atrás de mim e vejo o alvo deles.
Deixo aqui os meus agradecimentos a senhorita na calçada entre Camboriu e Balneário que simplesmente por caminhar se afastando do local me salvou de alguns ogros motorizados.
Um texto mais apropriado sobre pedal e assédio pode ser lido no blog das Pedalinas.
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
Tudo tem que mudar, pra continuar a mesma coisa...
Mês passado participei de um evento no IQ USP sobre concursos, currículos, essas coisas. Foi interessante, pois os outros membros da mesa eram bem mais experientes no lado banca do que no lado candidato. Foi bem interessante, muitos questionamentos sobre o formato de concursos, essas coisas, outra hora escrevo sobre essas coisas por aqui.
Essa semana um depoimento meu apareceu na Folha de São Paulo, sobre os problemas enfrentados por aqueles que fizeram uma graduação pouco tradicional na hora de prestar concursos.
Voltando ao mês passado, quando estava em São Paulo para o evento, fui contatado sobre um concurso que prestei em 2008. Surgiu mais uma vaga e curiosamente, depois de rodar o pais atrás de emprego, fui chamado para o primeiro concurso que prestei em São Paulo mesmo.
Se tivesse como saber o futuro podia ter ficado em Sampa mesmo só queimando as economias esperando ser chamado.
Mas a experiência de rodar o Brasil foi muito boa. É interessante ver que SP é uma bolha, uma ilha dentro do país. Uma ilha de contradições, progresso e conservadorismo, dinheiro, pobreza e exploração, tolerância, mas ao mesmo tempo homofobias e xenofobias.
Em parte é bom estar voltando, mas não garanto que seja pra sempre, tem muita coisa importante a ser coordenada até fincar raízes de vez. Por enquanto, tô mais pra um vasinho que pode ir de um lado pro outro, procurando onde tem mais água e sol.
Essa semana um depoimento meu apareceu na Folha de São Paulo, sobre os problemas enfrentados por aqueles que fizeram uma graduação pouco tradicional na hora de prestar concursos.
Voltando ao mês passado, quando estava em São Paulo para o evento, fui contatado sobre um concurso que prestei em 2008. Surgiu mais uma vaga e curiosamente, depois de rodar o pais atrás de emprego, fui chamado para o primeiro concurso que prestei em São Paulo mesmo.
Se tivesse como saber o futuro podia ter ficado em Sampa mesmo só queimando as economias esperando ser chamado.
Mas a experiência de rodar o Brasil foi muito boa. É interessante ver que SP é uma bolha, uma ilha dentro do país. Uma ilha de contradições, progresso e conservadorismo, dinheiro, pobreza e exploração, tolerância, mas ao mesmo tempo homofobias e xenofobias.
Em parte é bom estar voltando, mas não garanto que seja pra sempre, tem muita coisa importante a ser coordenada até fincar raízes de vez. Por enquanto, tô mais pra um vasinho que pode ir de um lado pro outro, procurando onde tem mais água e sol.
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
Vida agitada
Semana corrida em São Paulo para evento da pós-graduação no IQ-USP.
Participei de uma mesa redonda cujo tema era concursos. Eu era o único não concursado na mesa, mas era o com mais experiência em prestar concursos, dois dos outros tinham larga experiência em ser banca de concurso e os outros dois eram relativamente novos, mas focados em São Paulo.
Foi divertido, principalmente poder contrariá-los falando: "Olha, isso pode ser verdade aqui em São Paulo, mas já tive experiências muito diferentes Brasil afora."
Quem sabe em outro momento escrevo mais sobre essa coisa de concursos. No lado positivo, abriu uma vaga em um concurso no qual fui o segundo colocado. Então em breve novas mudanças retornando à São Paulo.
Enquanto isso uma última filmagem do Gabriel, seguindo-o nessa vida corrida em São Paulo mesmo pra quem nem tem tantas obrigações ainda.
Participei de uma mesa redonda cujo tema era concursos. Eu era o único não concursado na mesa, mas era o com mais experiência em prestar concursos, dois dos outros tinham larga experiência em ser banca de concurso e os outros dois eram relativamente novos, mas focados em São Paulo.
Foi divertido, principalmente poder contrariá-los falando: "Olha, isso pode ser verdade aqui em São Paulo, mas já tive experiências muito diferentes Brasil afora."
Quem sabe em outro momento escrevo mais sobre essa coisa de concursos. No lado positivo, abriu uma vaga em um concurso no qual fui o segundo colocado. Então em breve novas mudanças retornando à São Paulo.
Enquanto isso uma última filmagem do Gabriel, seguindo-o nessa vida corrida em São Paulo mesmo pra quem nem tem tantas obrigações ainda.
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